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    Os Feriados de Origem Pagã e Como Foram Adotados no Mundo Ocidental Recursos úteis para sua maior compreensão Título do Livro 1 Título do Livro 2 Título do Livro 3 Muitos cristãos estão celebrando entusiasticamente diversos feriados ocul

    Os Feriados de Origem Pagã e Como Foram Adotados no Mundo OcidentalMuitos cristãos estão celebrando entusiasticamente diversos feriados ocultistas sem conhecer a verdadeira origem deles. Quando você compreender o quão paganizado o mundo ocidental se tornou, verá que o julgamento de Deus não pode estar muito longe. Lembre-se da advertência bíblica: "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas." [Apocalipse 18:4].

    A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?

    Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!

    Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!

    Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma

    Agora você está com a 
    "THE CUTTING EDGE"

    Mandamentos Bíblicos Contra a Adoração Como os Pagãos

    Exortação Para Uma Total Separação do Mal

    "Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.". [Josué 24:15].

    "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom." [Mateus 6:24].

    "Não te inclinarás diante dos seus deuses, nem os servirás, nem farás conforme às suas obras; antes os destruirás totalmente, e quebrarás de todo as suas estátuas." [Êxodo 23:24].

    "... se servires aos seus deuses, certamente isso será um laço para ti." [Êxodo 23:33].

    "E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso." [2 Coríntios 6:15-18].


     

    Em todas as Escrituras, Deus adverte seu povo a não servir aos falsos deuses estrangeiros nem copiar suas "obras". Entretanto, geração após geração de judeus no Velho Testamento achou o sistema idólatra de adoração das nações pagãs circunvizinhas absolutamente irresistível. Ao ler o Velho Testamento, você encontra Deus advertindo seu povo repetidas vezes a não seguir a religião, as tradições e as práticas das nações adoradoras de Satanás circunvizinhas a Israel.

    No entanto, vez após vez, Israel se recusou a obedecer às advertências de Deus e mergulhou fundo na adoração pagã de seus vizinhos. Esse paganismo penetrou até mesmo nos círculos internos do governo, sob a liderança de maus reis e rainhas e, no Templo, por meio dos sacerdotes idólatras. Em numerosas ocasiões, Deus levantou reis justos que imediatamente iniciavam uma limpeza física no templo, no sacerdócio e dos judeus seguidores de Baal, o demônio-deus favorito daquela época. Deus deixou registrado nas Escrituras esses tempos de reforma e restauração para nós. Portanto, vamos examinar algumas passagens onde Deus ordenou uma remoção total da adoração a Baal.

    "Mas os seus altares derrubareis, e as suas estátuas quebrareis, e os seus bosques cortareis." [Êxodo 34:13].

    "E tiraram as estátuas da casa de Baal, e as queimaram." [2 Reis 10:26].

    "Porque tirou os altares dos deuses estranhos, e os altos; e quebrou as imagens, e cortou os bosques." [2 Crônicas 14.3].

    "E acabando tudo isto, todos os israelitas que ali se achavam saíram às cidades de Judá e quebraram as estátuas, cortaram os bosques, e derrubaram os altos e altares por toda Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, até que tudo destruíram." [2 Crônicas 31:1].

    "E quebrará as estátuas de Bete-Semes, que está na terra do Egito; e as casas dos deuses do Egito queimará a fogo." [Jeremias 43:13].

    "Israel é uma vide estéril que dá fruto para si mesmo; conforme a abundância do seu fruto, multiplicou também os altares; conforme a bondade da sua terra, assim, fizeram boas as estátuas." [Oséias 10:1].

    Nota: Um dos obeliscos da gravura é o obelisco de Heliópolis, que tem entalhes intrincados.

    No último verso, vemos que, quando Deus permitiu que Israel se tornasse próspero financeiramente e seus cidadãos se tornassem abastados, a nação descambou ainda mais na adoração pagã. Parece que as riquezas e um padrão elevado de vida são um laço espiritual, porque as pessoas sentem menos necessidade de Deus e são levadas por suas próprias lascívias às religiões pagãs que promovem essas lascívias. Obviamente, um paralelo direto pode ser trazido para o mundo ocidental hoje, porque estamos quase tão pagãos quanto Israel estava durante o tempo dos julgamentos de Deus no Velho Testamento, e temos obeliscos por toda a parte!

    (Nota: Dedicamos um seminário inteiro a esse assunto, o Seminário 1, "America's Leadership of the New World Order", disponível em fitas cassetes. Você verá por si mesmo os muitos paralelos entre o Israel antigo no tempo de seu julgamento físico e os Estados Unidos hoje).

    O cristianismo começou a ser corrompido pelo mesmo tipo de paganismo durante o reinado de Constantino. Esse rei deu início à prática de combinar a doutrina, arte e objetos cristãos com os do paganismo. Esse processo é chamado "sincretização". Embora Constantino tenha iniciado a prática, a Igreja Católica Romana é que a aperfeiçoou! Como você pode ver na gravura a seguir, há um obelisco na praça da Basílica de São Pedro! Os papas católicos acreditaram erroneamente que podiam "cristianizar" um objeto satânico de adoração orando sobre ele e/ou ungindo-o com "óleo santo", tornando assim o objeto aceitável para o uso cristão.

    Observe atentamente este obelisco e verá que ele está erigido no meio de uma roda dos oito etapas para a iluminação satânica (veja maiores detalhes lendo o artigo N1134)! No Satanismo, o obelisco é o símbolo do falo masculino, enquanto o círculo representa a vulva feminina. Lembre-se, o paganismo é definido como a adoração à criatura em lugar do Criador [Romanos 1:25], e a criação mais fácil de adorar é o sexo. Sempre que os satanistas queriam representar o Grande Ato Sexual, simplesmente colocavam o falo do obelisco dentro da vulva do círculo.

    Uma das maiores ironias de todos os tempos é que a Igreja Católica Romana tem esse símbolo satânico do Grande Ato Sexual erigido na Praça da Basílica de São Pedro desde o século VII, de onde o papa pode contemplá-lo diariamente — apesar de o Vaticano requerer o celibato de seus sacerdotes!

    Nos últimos 1.400 anos, a Igreja Católica Romana tem conduzido a civilização ocidental pela estrada vil da sincretização, onde material satânico foi misturado com material cristão. O resultado é uma mistura podre que Jesus Cristo sempre rejeitará! Muitas pessoas despertarão diante do Grande Trono Branco do Julgamento e descobrirão, tarde demais, que Jesus não aprova nem um tiquinho essa mescla do paganismo com o verdadeiro cristianismo.

    Esse é o assunto para o qual nos voltamos agora; quando compreendermos os fundamentos pagãos de muitos de nossos feriados, então acharemos mais fácil recusar a participação em feriados que têm origem no satanismo. Você também descobrirá por que certos eventos ocorrerem da forma como têm ocorrido, de modo que poderá aprofundar sua busca para cumprir a orientação de Jesus de que devemos ser "prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas"[Mateus 10:16].

    Feriados e Sabás Ocultistas

    Como já dissemos repetidas vezes em outros artigos, os satanistas acreditam que os números contêm poder inerente. Destarte, eles literalmente ordenam suas vidas de acordo com a numerologia ocultista — tal numerologia também é um componente-chave da astrologia, outro sistema de adivinhação que os satanistas observam atentamente. O calendário ocultista é dividido em quatro segmentos de treze semanas cada. O número 13 é considerado divino pelos ocultistas por um par de razões:

    A Bíblia atribui ao 13 o significado de "rebelião contra a autoridade constituída", mais à depravação que fez Satanás se rebelar contra Deus.

    Os ocultistas usam o 6 para representar o número do homem, e o 7 para representar a perfeição divina. Assim, à medida que uma pessoa escala a "Escada de Jacó" em direção ao auto-aperfeiçoamento no campo do oculto, o número 13 representa o estado de perfeição divina, perfeição alcançada por si mesmo, e Iluminação (6+7=13).

    Assim, o calendário ocultista é formado por quatro períodos de treze semanas cada. Relacionaremos esses períodos agora e depois falaremos sobre cada um deles em detalhes.

    1. Solstício de Inverno no Hemisfério Norte: 13 semanas — Sabá menor [NT: Lembrar que durante o verão no Hemisfério Sul é inverno no Hemisfério Norte].

    a.                  21 de dezembro — Yule.

    b.                  21 — 22 de dezembro — Solstício de Inverno / Yule. Uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati.

    c.                    1 e 2 de fevereiro — Candlemas [Candelária] e Imbolg, também conhecido como Dia da Marmota. Uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati. [NT: No Brasil, em 2 de fevereiro é celebrado o dia de Iemanjá e de Nossa Senhora dos Navegantes].

    d.                  14 de fevereiro — Dia dos Namorados [NT: No Brasil, 14 de fevereiro é o dia de São Valentim, o santo protetor dos namorados e das amizades].

    2. Equinócio de Primavera no Hemisfério Norte: 13 semanas — sabá menos importante, mas requer sacrifício humano.

    a.                  21 e 22 de março — deusa Ostara — Nota: A Páscoa [pagã] é o primeiro domingo após a primeira lua nova depois de Ostara. 21 de março é uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati.

    b.                  1 de abril — Dia da Mentira e precisamente treze semanas desde o ano novo.

    c.                    19 de abril a 1 de maio — Sacrifício de Sangue à Besta. Sacrifício de fogo é requerido em 19 de abril.

    d.                  30 de abril a 1 de maio — Festival de Beltaine, também chamado de Noite de Walpurgis. Este é o dia mais importante no calendário dos feiticeiros druidas. 1 de maio é o segundo feriado mais sagrado dos Illuminati. Requer sacrifício humano.

    3. Solstício de Verão no Hemisfério Norte: 13 semanas — Quando o sol alcança seu ponto mais setentrional em seu trajeto no céu.

    a.                  21 e 22 de junho — Solstício de Verão.

    b.                  21 de junho — Litha, é uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati.

    c.                    4 de julho — Dia da Independência dos Estados Unidos, 13 dias após o dia de Litha e 66 dias a partir de 30 de abril.

    d.                  19 de julho — 13 dias antes de Lughnasa.

    e.                  31 de julho a 1 de agosto — Lughnasa, grande sabá festivo. 1 de agosto — uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati.

    4. Equinócio de Outono no Hemisfério Norte: 13 semanas — Sabá menos importante, mas requer sacrifício humano.

    a.                  21 de setembro — Mabon, uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati.

    b.                  21 e 22 de setembro — Equinócio de outono.

    c.                    31 de outubro — Samhain, também conhecido como Halloween, ou Véspera de Todos os Santos. Essa data é um dos dias mais importantes de sacrifício humano dos Illuminati.

    Não é interessante como os "profanos" — você e eu — somos levados como um rebanho de carneiros a observar os dias festivos importantes das religiões de mistérios? Você pode não entender que está ordenando o ano de acordo com os feriados pagãos, mas está! O calendário anual para todo o mundo ocidental foi ordenado com base nesses períodos e dias festivos satânicos.

    Agora que já vimos todo o calendário oculto, vamos voltar aos feriados importantes para ver como o mundo ocidental se desviou para a adoração dos mesmos feriados pagãos e usando muitos dos mesmos símbolos pagãos que são tão importantes para os adoradores pagãos. O sacrifício humano requerido durante muitas dessas datas ocultistas precisa conter os seguintes elementos:

    1.                  Trauma, tensão e angústia mental, puro terror.

    2.                  O ato final no drama deve ser destruição pelo fogo, preferencialmente uma conflagração.

    3.                  As pessoas devem morrer como sacrifícios humanos, especialmente crianças, visto que o Senhor Satanás vê um sacrifício humano de uma pessoa jovem como o mais desejável.

    Datas Específicas no Calendário Ocultista

    1. Solstício de Inverno: 13 semanas — [NT: Lembrar que durante o verão no Hemisfério Sul, é inverno no Hemisfério Norte].

    a. 21 de dezembro — Yule — Quando o sol inicia seu trajeto mais setentrional no céu, e os dias começam a ficar mais longos novamente, os pagãos celebravam o solstício de inverno queimando uma tora. Visto que o sol tinha girado para o outro lado e estava agora ascendendo no céu, os pagãos acreditavam que isso era um sinal de que os sacrifícios humanos oferecidos em Samhain (Halloween) tinham sido aceitos pelos deuses.

    Continuamos a cantar no Natal: "Adornamos as paredes com galhos de azevinho... cantamos a velha cantiga do Yule... Vemos a ardente tora diante de nós. Fá lá lá lá lá lá lá lá." (Pagan Traditions of the Holidays, David Ingraham, pág. 71).

    Posteriormente, a Igreja Católica Romana mudou o dia da celebração para 25 de dezembro, chamando-a de Natal.

    Considere as raízes pagãs dos símbolos mais comuns do Natal:

    (1) Árvore de Natal — a árvore sagrada do deus do inverno; os druidas acreditavam que os espíritos dos seus deuses residiam nas árvores. A maioria dos pagãos sabia que a árvore representava Ninrode reencarnado em Tamuz! Os pagãos também viam as árvores como símbolos fálicos.

    (2) Estrela — Pentalfa, ou pentáculo, a estrela de cinco pontas. O pentáculo é um símbolo poderoso de Satanás, menos importante apenas que o hexagrama. A estrela é o símbolo sagrado de Ninrode, e não tem nada que ver com o cristianismo.

    (3) Velas — Representam o fogo do recém-nascido deus-sol. Os pagãos do mundo todo apreciam e usam velas em seus rituais e cerimônias. Eles também acreditam que certas cores representam poderes específicos. O uso extensivo de velas é normalmente uma boa indicação que o serviço é pagão, não importa qual seja o traje exterior.

    (4) Visco — É a planta sagrada dos druidas e simboliza as bênçãos pagãs da fertilidade; assim, beijar um visco é o primeiro passo no ciclo reprodutivo! Os feiticeiros também usam os frutos brancos do visco em poções.

    (5) Grinaldas — São circulares e, assim, representam os órgãos sexuais femininos. As grinaldas estão associadas com a fertilidade e o "círculo da vida".

    (6) Papai Noel — Ex-satanistas já me disseram que "Santa Claus" [Papai Noel, em inglês] é um anagrama para "Satan" [Satanás]. Na Nova Era, "Sanat Kamura" é definitivamente um anagrama para "Satanás". Os atributos e poderes míticos associados ao Papai Noel são estranhamente similares aos atributos e poderes de Jesus Cristo. Escrevemos um artigo que descreve essas similaridades, N1132. Nós o incentivamos a ler esse artigo, para ver que a tradição popular do Papai Noel substituiu espiritualmente Jesus Cristo!

    (7) Renas — São animais chifrudos que representam o "deus chifrudo" das religiões pagãs! O número tradicional de renas no trenó do Papai Noel é oito; na gematria satânica, oito é o número de "novos começos", ou o ciclo da reencarnação. Os Illuminati vêem o "oito" como um símbolo da Nova Ordem Mundial.

    (8) Elfos — São criaturas de forma demoníaca que são pequenos ajudantes de Papai Noel (Satanás). Eles também são demônios.

    (9) Verde e vermelho — São as cores tradicionais da estação e também são as cores pagãs tradicionais do inverno. O verde é a cor favorita de Satanás, de modo que é apropriado que seja uma das cores tradicionais do Natal; o vermelho é a cor do sangue humano, a forma mais elevada de sacrifício a Satanás — por essa razão, o comunismo adotou o vermelho como sua cor principal!

    (10) 25 de dezembro — É conhecido como a "natividade" do sol. Essa data é o aniversário de Tamuz, o sol, a reencarnação do deus-sol. Tradicionalmente, 21 de dezembro é conhecido como Yule. A Igreja Católica Romana mudou a celebração de Yule para 25 de dezembro.

    (11) 25 de dezembro — Também era conhecido pelos romanos como saturnais, um tempo de excessiva libertinagem. Beber fazendo sucessivos brindes era a chave para a libertinagem dessa celebração. A fornicação era simbolizada pelo visco e o evento inteiro era encerrado com uma Grande Festa, o Jantar de Natal.

    (12) Até mesmo o nome Natal [Christmas, em inglês] é pagão! "Christi" significava "Cristo", enquanto "Mas" significava "Missa". Visto que todas as missas pagãs estão comemorando a "morte", o nome "Christmas" significa literalmente a "morte de Cristo". Um significado mais profundo está na menção de "Cristo" sem especificar Jesus. Assim, o Anticristo está em vista aqui; os pagãos celebravam o "Natal" como uma celebração de seu vindouro Anticristo, que tentará dar um golpe no Jesus Cristo do cristianismo.

    Os cristãos peregrinos americanos primitivos se recusavam a celebrar essa data.

    b. 1 e 2 de fevereiro — Candlemas (Candelária) e Imbolg, popularmente chamado de Dia da Marmota [NT: No Brasil, em 2 de fevereiro é celebrado o dia de Iemanjá e de Nossa Senhora dos Navegantes].

    A famosa marmota "meteorologista" de Punxsutawney, na Pensilvânia, sai de sua toca para prever como será o clima nas próximas semanas. Se ela olhar para sua sombra, quando sair ao sol, haverá mais seis semanas de mau tempo até que a chegada da primavera; caso contrário, as próximas sete semanas antes da primavera serão de bom tempo. Observe que essa tradição pagã mostra tanto o número "6" quanto o "7", que quando somados resultam em "13".

    O que a maioria das pessoas não percebe é que essa visão pagã do Dia da Marmota (Imbolg) representa a Mãe-Terra. Considere estes paralelos estranhamente perturbadores entre a marmota e a Mãe-Terra:

    1.                  Assim como a deusa da Terra adormece no interior da Terra durante a estação de inverno, assim também a marmota.

    2.                  Tanto a deusa da Terra quanto a marmota fazem a ponte entre os dois períodos: o inverno e a primavera.

    3.                  Tanto a deusa da Terra quanto a marmota são criaturas da "terra".

    4.                  Tanto a deusa da Terra quanto a marmota "despertam" na Primavera.

    5.                  Tanto a deusa da Terra quanto a marmota completam o "ciclo da reencarnação".

    6.                  Em todo o ano, tanto a deusa da Terra quanto a marmota representam o ciclo de "renascimento" e "renovação".

    O nome "Dia da Marmota" foi posto em substituição do nome satânico do feriado, Imbolg, uma noite que requer sacrifício humano.

    c. 14 de fevereiro — Dia de São Valentim, ou Dia dos Namorados — É uma festividade pagã que incentiva o amor e a sensualidade. É celebrado precisamente treze dias após Imbolg, assim imprimindo sobre ele o número "13", o número de Satanás da rebelião extrema. Embora a maioria das pessoas veja esse dia como um dia para homenagear o cônjuge ou a(o) namorada(o), essa celebração está fundada no paganismo.

    Considere os deuses ocultos camuflados no Dia dos Namorados:

    1. Cupido, o filho de Vênus, é na realidade Tamuz, filho de Semíramis.

    2. Vênus, filha de Júpiter, é na realidade a própria Semíramis. Júpiter é a deidade principal, um deus-sol — Ninrode, marido de Semíramis, é considerado o deus-sol nos mistérios babilônios.

    Veja como um autor pagão descreve fevereiro, o mês em que cai o Dia de São Valentim (Dia dos Namorados nos EUA e em outros países): "O nome desse mês vem da deusa romana Februa e de Santa Febrônia (de Febris, a febre do amor). Ela é a padroeira da paixão do amor... O ritos orgiásticos dessa deusa eram celebrados em 14 de fevereiro — ainda observado como Dia de São Valentim — quando, nos tempos romanos, os homens jovens levavam bilhetes com os nomes de suas parceiras... Esse é o tempo de clara visão dentro de outros mundos, expresso por festividades de purificação. 1 de fevereiro é a celebração do dia da festividade do fogo (Imbolc), uma festa de purificação. É seguida no dia 2 por sua festa similar cristã, a Candelária, a purificação da Virgem Maria." (The Pagan Book of Days, Nigel Pennick, pág. 37).

    O Dia dos Namorados é um dia de "ritos orgiásticos" em que os pagãos incentivavam o fluir das paixões sensuais.

    2. Equinócio de Primavera: 13 semanas — Sabá menos importante, mas requer sacrifício humano.

    a. 21 e 22 de março — A deusa Ostara (Ishtar, também se usa a ortografia "Eostre"), a quem a Páscoa [pagã, em inglês "Easter"] faz referência — 21 de março é uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati.

    A Páscoa pagã é uma data móvel que usa a prática comum da astrologia; é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara.

    Essa data também não tem absolutamente nada que ver com a Páscoa judaica e nem com a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo! Em vez disso, esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Os pagãos até mesmo têm um equivalente para a sexta-feira santa! É a "Sexta da Páscoa", e tem historicamente sido alocada na terceira lua cheia a partir do início do ano. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa.

    A Páscoa pagã [Easter] está imersa nos mistérios babilônios, o mais maligno sistema idólatra já inventado por Satanás! Em todas as Escrituras proféticas, vemos Deus declarar seu julgamento final sobre a ímpia Babilônia! Todavia, a cada ano, pastores cristãos celebram a Páscoa como se fosse uma festividade cristã. Muitos pregadores batistas independentes estão começando a se referir a esse dia que celebra a ressurreição de Jesus como "Domingo da Ressurreição", de modo a fazer distinção dessa celebração pagã.

    A deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa [Easter] se refere (Pagan Traditions of Holidays, pág. 9); na realidade, ela era Semíramis, mulher de Ninrode e a verdadeira fundadora dos mistérios satânicos babilônios. Depois da morte de Ninrode, Semíramis criou a lenda de que ele era na realidade seu filho divino, que nasceu quando ela ainda era virgem. Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode de todas as religiões ocultistas.

    A Páscoa pagã [Easter, em inglês] — o Dia de Ishtar — é celebrada amplamente em várias culturas e religiões do mundo.

    1.                  Babilônia — Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua

    2.                  Católicos — Virgem Maria (Rainha dos Céus)

    3.                  Chineses — Shingmoo

    4.                  Druidas — Virgo Paritura

    5.                  Egito — Ísis

    6.                  Efésios pagãos — Diana

    7.                  Etruscos — Nutria

    8.                  Alemães (antigos) — Herta

    9.                  Gregos — Afrodite / Ceres

    10.       Índia — Isi / Indrani

    11.       Judeus apóstatas antigos — Astarte (Rainha dos Céus)

    12.       Krishna — Devaki

    13.       Roma — Vênus / Fortuna

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    PÁSCOA - Seu siginificado A PÁSCOA, além de ser considerada uma das principais festas cristãs, sempre representou apassagem

    PÁSCOA - Seu siginificado

                                                                    

           A PÁSCOA, além de ser considerada uma das principais festas cristãs, sempre representou apassagem de um tempo de trevas para um tempo de luz.  Na verdade, (peschad), em grego (paskha) e no latim (pache), ou seja, passagem, é a verdadeira tradução para o vocábulo “páscoa”, em nossa língua. Um dos significados seria a transição anunciada pelo equinócio da primavera do hemisfério norte, que ocorre no dia 21 de março, e na do sul, em 23 de setembro. Para que entendamos o significado da Páscoa cristã, é preciso que voltemos no tempo até a Idade Média, antes de partirmos para “o começo de tudo”... Os antigos povos pagãos da Europa, homenageavam Ostera – Esther, em inglês, que quer dizer Páscoa.Ostera (ou Ostara) é a deusa da primavera, que segura um ovo enquanto observa um coelho, símbolo da fertilidade, a pular alegremente em redor de seus pés nús. A deusa e o ovo, portanto, são símbolos da chegada de uma nova vida. Na mitologia grega, Ostara equivale a Persephone e na mitologia romana, a Ceres.

          Tais povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos, costume que surgiu na Inglaterra, durante o século X, no reinado de Eduardo I (900-924), que tinha o hábito de banhar ovos em ouro para ofertá-los aos seus amigos e aliados. Pintar ovos a mão também é uma tradição que acompanha os ucranianos em quase toda a sua história.r Para eles, receber ovos pintados traz boa sorte, fertilidade, amor e fortuna. Geralmente esses ovos são de galinha, ganso ou codorna e requerem um trabalho artesanal minucioso.

              Em hebraico, temos o “pessach”, a chamada “Páscoa Judaica”, que se originou quando os hebreus, há mais ou menos três mil anos, celebraram o êxodo e a libertação do seu povo pelas mãos de Moisés, após quatrocentos anos de cativeiro no Egito. Comemoravam, assim, a passagem da escravidão para a libertação: saíram do solo egípcio, ficando quarenta anos no deserto até chegar à região da Palestina, a terra prometida, atualmente chamada Israel. A comemoração inclui, entre outras coisas, uma refeição onde se come o Cordeiro Pascal, o pão àzimo (sem fermento), também conhecido como”matzá”, ervas amargas e vinho tinto. A festa da Páscoa passou a ser cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressureição de Cristo e sua ascenção ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a ressurreição. A celebração completa tem início na quarta-feira de cinzas e se conclui no domingo de Páscoa; é o período chamado deQuaresma.

                A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicea, em 325 d.C, como sendo “o primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adotada como sendo o dia 21 de março”.

     

    A ORIGEM DA SIMBOLOGIA DO OVO

                                                                        

                  O ovo é um símbolo que se explica por si mesmo. Contém o germe, o fruto da vida que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que o ovo é o símbolo da vida.

                 Celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” sempre aparece depois de um período de cáos.

                Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o“sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao céu e a terra. O céu seria a parte leve do ovo, a clara, e a terra, a mais densa, ou seja, a gema. Para os chineses, o mito do ovo cósmico também faz parte das tradições. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era cáos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a terra (Yin) e, da parte leve e pura, nasceu o céu (Yan). Também para os celtas o ovo cósmico é comparado a um ovo de serpente: assim, a gema representaria o globo terrestre; a clara, o firmamento e a atmosfera; a casca, a esfera celeste e os astros.

               Para os cristãos, o ovo surge como uma renovação periódica da natureza. Algo como o mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no domingo de Páscoa traz saúde e sorte por todo o resto do ano. Há quem acredite que um ovo posto numa sexta-feira Santa afasta as doenças...

     

    POR QUE OVOS DE CHOCOLATE E COELHO?

     

              Ambos foram trazidos de antigos rituais pagãos de fertilidade da primavera, que aconteciam na Europa e no Oriente Médio e eram relacionados à ressurreição. O coelho da Páscoa representa orenascimento da vida. No Egito antigo, o símbolo da fertilidade era a lebre. Já na Europa, é também o coelho que  representa o renascimento da vida pois a Páscoa européia coincide com com o início da primavera. Assim que a neve se derrete, a vida ressurge e os coelhos deixam suas tocas após a hibernação do inverno. Do outro lado do mundo, com a chegada da primavera, os chineses costumavam presentear seus amigos com ovos que eram embrulhados em cascas de cebola e cozidos com beterraba. Quando retirados do fogo, eles apresentavam desenhos mosqueados na casca.

                A partir do século XIII, a igreja católica adotou o ovo como símbolo oficial da Páscoa. Quanto ao fato de serem de chocolate, a explicação mais provável tem a ver com o início da produção de chocolate em larga escala, pela indústria, no ano de 1828. Interessante destacarmos que como os primeiros cristãos celebravam a ressurreição de Jesus ao mesmo tempo em que os judeus comemoravam sua Páscoa, vários costumes e símbolos da festa judaica foram incorporados às tradições cristãs. O cordeiro é um exemplo. Presente na Páscoa dos judeus, ele simboliza, para os cristãos o próprio  Jesus Cristo, que foi crucificado para pagar os pecados dos homens. Alguns costumes da Páscoa, entretanto, permanecem apenas no Oriente. Na Rússia, por exemplo, há cristãos que se cumprimentam no dia da Páscoa com a saudação: “Cristo ressuscitou”; e a resposta: “Ressuscitou realmente”.

    No sábado de Aleluia, os países ibéricos e suas colônias, têm o hábito de fazer a chamada “malhação de Judas”, o apóstolo que traiu Jesus. Apesar de ser uma tradição já ultrapassada e condenada pela igreja católica, também  algumas cidades brasileiras ainda a praticam.

     

    O SIGNIFICADO DA PÁSCOA

     

                A palavra Páscoa vem do hebraico, Pessach que, conforme já foi dito, significa “passagem”. Os antigos hebreus foram os primeiros a comemorar a Páscoa. Para eles, historicamente, ele celebra a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito. Livres, passaram a formar um povo com uma religião monoteísta. É com o sentido de libertação que, até hoje, os judeus celebram esta festa. Os cristãos também a comemoram. No entanto, sua origem é diferente no cristianismo apesar de ele ter se originado numa Páscoa judaica. Nela, celebra-se a ressurreição de Jesus Cristo que, segundo a Bíblia, ocorreu três dias depois da crucificação, durante a Páscoa judaica. É a principal festa do ano litúrgico cristão e, provavelmente, uma das mais antigas, pois surgiu no início do cristianismo. Ainda que todos os domingos do ano sejam destinados, pelas igrejas cristãs no mundo à celebração da ressurreição de Cristo (o que na igreja católica é feito através da celebração da eucaristia, nas missas), no domingo de Páscoa esse acontecimento ganha um destaque festivo especial.

                 A Páscoa é uma data móvel que acontece anualmente entre os dias 22 de março e 25 de abril. Como no hemisfério Norte esse período coincide com a chegada da primavera, o Pessach  também é a festa do início da colheita dos cereais e da chegada da nova estação. É comemorada no primeiro domingo após a lua cheia do equinócio de março, ponto da órbita da terra em que se registra uma igual duração do dia e da noite. Mas há um modo bem mais prático de sabermos quando é domingo de Páscoa: basta contarmos quarenta e seis dias a partir da Quarta-feira de Cinzas. A Páscoa cristã é antecedida pela quaresma, período que dura quarenta dias entre a Quarta-feira de Cinzas e o Domingo de Ramos, que ocorre uma semana antes da Páscoa. Os católicos destinavam a Quaresma para fazer penitência, como o jejum, com o objetivo da purificação da alma e de obter o perdão divino pelos erros e faltas cometidos. O que era uma tradição seguida à risca, hoje tornou-se um esquecimento, o que não impediu de ainda  existirem uns poucos católicos que a respeitem e cumpram, mas sem exageros ou fanatismos.

     

    A TRADIÇÃO DOS OVOS DE PÁSCOA

     

               A tradição dos ovos decorados chegou à Europa na Idade Média, levada pelos cruzados. Esta prática – pintar ovos para os festivais da primavera – era comum entre egípcios, persas, fenícios, gregos e romanos. Na Polônia e na Ucrânia essa tradição sempre foi levada muito a sério. Há ovos tão bem elaborados que nem podemos considerar mais apenas um ovo, e sim, verdadeiras jóias! Foram criados sob encomenda por um joalheiro russo, Carl Fabergé, que os confeccionou em ouro, prata e pedras preciosas. Estes, quando abertos, revelam pequenas imagens de pessoas, animais, plantas ou prédios e eram dados como presente pelo imperador russo.

     

    CÍRIO PASCAL

     

                O Círio Pascal é uma grande vela cuidadosamente decorada com vários símbolos e sinais  que, para os católicos, nas celebrações eucarísticas, representa a figura de Jesus Cristo Ressuscitado. A chama do Círio, acesa, simboliza a luz de Cristo que um dia afirmou a seus seguidores: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12b). Lembra também a coluna de fogo – mencionada na Bíblia, no livro do Êxodo 13,21 – que precedia o povo hebreu na caminhada para a libertação da escravidão do Egito, através do deserto, rumo à Terra Prometida. O Círio tem gravado em sua haste uma grande cruz. Nas extremidades superior e inferior, em sentido vertical, estão escritas as letras gregas Alfa e Ômega (primeira e última letras do alfabeto grego) simbolizando a eternidade de Jesus Cristo, o princípio e o fim, o ontem e o hoje, pois para ele são dedicados o tempo, a eternidade, a glória e o poder pelos séculos sem fim representados pelos algarimos do ano em curso e gravados nos quatro ângulos da cruz. Sobre a cruz são colocados cinco grãos de incenso, simbolizando as chagas de Jesus, causadas por sua crucifixão. Acende-se o Círio Pascal na missa do Sábado de Aleluia, ou Sábado Santo, que precede o Domingo de Páscoa, e em todas as missas dominicais celebradas até o Domingo de Pentecostes.

     

    TRIGO E UVA

     

              Eram os alimentos básicos nas refeições judaicas. Simbolizam também o trabalho cooperativo dos homens: um semeia, outro colhe, outro mói, outro coze. Porém, o maior significado destes símbolos, para os cristãos, é decorrente do pão e do vinho que, usados por Jesus em sua última ceia com os seus discípulos, foram por ele assumidos como seu Corpo e Sangue, o que transformou estes alimentos no sacramento da eucaristia: “Tomai e comei, isto é meu corpo”. Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu a eles dizendo:” Bebei dele todos, pois isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, que é derramado por muitos para a remissão dos pecados”. Mt 26, 26-28

     

    CORDEIRO PASCAL

     

                Mais um símbolo forte, herdado do povo hebreu que, ao sair do Egito, orientado por seu líder Moisés, recebeu de Deus a ordem de, a cada ano, na lua cheia da primavera, fazer uma reflexão em família, tendo como prato principal, o cordeiro, cujo sangue seria utilizado para marcar os umbrais das portas de suas moradas e assim livrar seus antepassados da morte, além de a carne lhes servir de sustento na longa caminhada através do deserto. O Cordeiro para eles significava o “ Deus que tirava o pecado do mundo”. Jô 1, 29.

              Jesus posteriormente assumiria para si este sinal identificando-se como o único e verdadeiro Cordeiro de Deus, que com seu Sangue derramado na cruz libertaria a humanidade  das conseqüências de seus pecados, e pela Eucaristia  se faria alimento espiritual para o povo cristão, neste peregrinar de volta ao Pai.

     

    CRISTÓS                                      

                                                   

                Este é um dos mais antigos símbolos de Cristo, muito usado pelas primeiras comunidades cristãs. Consistia nas duas primeiras letras da palavra “CHRISTUS” (em grego, CRISTOS); entrelaçadas e cercadas de uma grinalda de louros (Triunfo de Cristo)

     

    PEIXE                                        

     

              Logo a pós a crucifixão de Jesus e nos primeiros séculos do cristianismo, os cristãos sofreram violentas repressões por parte dos sacerdotes judeus e das autoridades romanas. Nesta época de perseguições, os cristãos não podiam falar publicamente o nome de Jesus, pois poderiam ser presos e martirizados. Estrategicamente recorreram ao uso da palavra “Peixe”

    (ICTUS, em grego) pois cada letra desse vocábulo corresponde à inicial da afirmativa: Jesus Christus Dei Filius Salvator (Jesus Cristo, Filho de Deus Salvador). Em suas casas e nas roupas que usavam,pintavam a figura de um peixe como sinal de sua profissão de fé em Jesus Cristo. Depois de ressuscitado, em uma de suas aparições, Jesus serviu-se de peixe e ofereceu-o aos Apóstolos. Este gesto, associado ao milagre da multiplicação de pães e peixes que alimentou uma multidão de pessoas, ocasionou a oportuna associação do peixe ao tempo Pascal.

     


    Colaboração: Miriam Panighel Carvalho

     

    Texto extraído das minhas anotações do Curso Bíblico administrado pelo Pe. Napoleão dos Anjos Fernandes.

     

     

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  • Texto

    SATANÁS E SEUS DEMONIOS Satanás e Seus Demônios: Quem São E O Que Fazem? Há quem não acredite na existência de satanás e seus demônios. Há também crentes, que nem pronunciam as palavras "diabo" ou "demônio" por medo. Tudo são estratégias

    EMONIOS

     


    Satanás e Seus Demônios: Quem São E O Que Fazem?


    Há quem não acredite na existência de satanás e seus demônios.
    Há também crentes, que nem pronunciam as palavras "diabo" ou "demônio" por medo.
    Tudo são estratégias de satanás contra os homens.
    Não acreditar em sua existência é simplesmente não crer na Bíblia, que é a Palavra de Deus, portanto, não crer em Deus, pois como pode alguém crer em Deus mas não crer em Sua Palavra?
    Ter medo do inimigo, é outra armadilha, na qual, nós, vencedores em Cristo não devemos cair.
    A verdade
     é única e não podemos nem devemos encobri-la.
    Satanás existe SIM!! Seus demônios existem também!!
    E são derrotados! Porém, muitas pessoas têm suas vidas acabadas nas ciladas bem armadas de satanás.
    Por isso devemos conhecê-lo e jamais temê-lo.
    Conhecê-lo para dia após dia colocá-lo em seu devido lugar que é debaixo dos nossos pés.

    O Adversário: Satanás

    Este é um estudo completo a respeito do maligno
    , mostrando suas ações, poder e caráter. A idéia é alerta-los e prepara-los quanto a este inimigo poderoso.Infelizmente, ele tem sido menosprezado por muitos, na verdade é um dos seus objetivos; as conseqüências são terríveis na vida das pessoas que não observam os ensinamentos deixados pelo Senhor a seu povo sobre o maior opositor existente.

    Satanás:

    ·  Pecou contra Deus
    "Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram, mas lançou-os no inferno, e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o juízo" 2Pe 2.4

    "quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo"1Jo 3.8


    ·  Foi Expulso do céu 
    "Mas Ele lhes disse: Eu via Satanás caindo do céu como um relâmpago"Lc 10.18


    ·  Foi Precipitado no Inferno 
    "Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram, mas lançou-os no inferno, e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o juízo" 2Pe 2.4

    "e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas em algemas eternas para juízo do 
    grande dia" Jd 6


    ·  É o autor da queda 
    "Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim 
    que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? " Gn 3.1

    "Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu." Gn 3.6

    "Então, o Senhor disse à serpente: Visto que isso fizeste, maldita és entre todos os 
    animais domésticos e o és entre todos os animais selváticos; rastejarás sobre o teu ventre e comerás pó todos os dias da tua vida."Gn 3.14

    "E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida." Gn 3.24


    ·  Tentou Cristo 
    "Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.
    Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.
    Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o 
    sobre o pináculo do templo
    e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.
    Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.
    Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles
    e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
    Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto."
     Mt 4. 3 ao 10


    ·  Opõe-se à obra de Deus 
    "Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do Senhor, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor." Zc 3.1

    "Por isso, quisemos ir até vós (pelo menos eu, Paulo, não somente uma vez, mas duas); contudo, Satanás nos barrou o caminho." 1Ts 2.18


    ·  Põe obstáculos ao Evangelho
    "A todo o que ouve a palavra do reino e não a entende, vem o Maligno e arrebata o que lhe foi semeado no coração; este é o que foi semeado à beira do caminho." Mt 13.19

    "nos quais o deus teste século cegou o entendimento dos incrédulos para que lhes não resresplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus" 2Co 4.4


    ·  Opera maravilhas mentirosas 
    "Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira." 2Ts 2.9

    "porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso" Ap 16.14


    ·  Assume a forma de um anjo de luz 
    "E não é de admirar, porque o próprio satanás se transforma em anjo de luz" 2Co 11.14

    Os ímpios:


    ·  São seus filhos 
    "o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; oo joio são os filhos do maligno" Mt 13.38

    "ó filho do diabo, cheio de todo engano e de toda malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perverter os retos caminhos do Senhor?" At 13.10

    "Nisto são manisfestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama seu irmão" 1Jo 3.10


    ·  Seguem-no 
    "Pois com efeito, já algumas se desviaram seguindo a satanás" 1Tm 5.15


    ·  Cumprem suas concupiscências 
    "Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade" Jo 8.44


    ·  São Possuídos por ele 
    "Ora, satanás entrou em judas, chamado Iscariotes, que era um dos doze" Lc 22.3

    "Então disse Pedro: Ananias, por que encheu satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?"At 5.3

    "Nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência" Ef 2.2


    ·  São cegados por ele 
    "nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus." 2Co 4.4


    ·  São enganados por ele 
    "Então saiu um espírito e se apresentou diante do Senhor e disse: Eu o enganarei. Perguntou-lhe o Senhor: com o quê? Respondeu ele: sairei e serei espírito mentiroso na boca de todos os seus profetas. Disse o Senhor: tu o enganaras; e ainda prevalecerás; sai e faze-o assim. Eis que o Senhor pôs o espírito mentiroso na boca de todos estes teus profetas, e o Senhor falou o que é mau contra ti". 1Rs 22.21,22

    "Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja.O número dessas é como a areia do mar" Ap 20.7,8


    ·  Caem em suas armadilhas 
    "Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, afim de não cair no opróbio e no laço do diabo" 1Tm 3.7

    "Mas também o retorno à sensatez, livrando-se eles dos laços do diabo, tendo sido feitos cativos por ele para cumprirem a sua vontade" 2Tm 2.26


    ·  São perturbados por ele 
    "Tendo-se retirado de Saul o Espírito do Senhor, da parte deste um espírito maligno o atormentava" 1Sm 16.14


    ·  Serão castigados juntamente com ele 
    "Então, o Rei dirá ao que estiverem também à sua esquerda: Apartai-vos de mim malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" Mt 25.41

    Os Santos são:


    ·  Afligidos por ele
    "Disse o Senhor a satanás: Eis que tudo quanto ele tem está em teu poder; somente contra ele não estenda a mão. E satanás saiu da presença do Senhor"Jó 1.12

    "Entäo Satanás respondeu ao SENHOR, e disse: Pele por pele, e tudo quanto o homem tem dará pela sua vida. Porém estende a tua mäo, e toca-lhe nos ossos, e na carne, e verás se näo blasfema contra ti na tua face! E disse o SENHOR a Satanás: Eis que ele está na tua mäo; porém guarda a sua vida. Entäo saiu Satanás da presença do SENHOR, e feriu a Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até ao alto da cabeça;" Jó 2.4-7


    ·  Tentados por ele 
    "Então satanás se lavantou contra Israel e incitou Davi a levantar o censo de Israel." 1Cr 21.1

    "Foi por isso que, já não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé, temendo que o tentador vos provasse , e se tornasse inútil o nosso labor" 1Ts 3.5


    ·  Peneirados por ele 
    "Simão, Simão, eis que satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo" Lc 22.31


    ·  Devem resistir a ele 
    "Sujeitai-vos portanto a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós"Tg 4.7

    "resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo " 1Pe 5.9


    ·  Devem armar-se contra ele 
    " Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do Diabo; pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes. Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz, tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. " Ef 6.11-16


    ·  Devem estar vigilantes contra ele 
    "para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios." 2Co 2.11


    ·  Vencedores sobre ele 
    "Pais, eu vos escrevo porque conheceis aquele que existe desde o princípio. Jovens, eu vos escrevo, porque tendes vencido o malígno." 1Jo 2.13

    "Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus. Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida.” Ap 12.10,11


    ·  Triunfarão sobre ele 
    "E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo de vossos pés a satanás. A graça de nossos Senhor Jesus Cristo seja convosco" Rm 16.20

    Satanás é:

    Presunçoso - Jó 1.6; Mt 4.5,6
    Orgulhoso - 1Tm 3.6
    Poderoso - Ef 2.2; 6.12
    Perverso - 1Jo 2.13
    Maligno - Jó 1.9; 2.4
    Enganador - 2Co 11.14; Ef 6.11
    Feroz e cruel - Lc 8.29; 9.39,42; 1Pe 5.8
    Covarde - Tg 4.7

    Mais...

    A Apostasia é de origem diabólica - 2Ts 2.9; 1Tm 4.1
    Será condenado por ocasião do julgamento final - Jd 6; Ap 20.10
    O fogo eterno foi preparado para ele - Mt 25.41

    Satanás é comparado a:

    Um passarinheiro - Sl 91.3
    Aves - Mt 13.4
    Semeador de joio - Mt 13.25,28
    Lobo - Jo 10.12
    Leão que ruge - 1Pe 5.8
    Serpente - Ap 12.9; 20.2

    Satanás tem poder:

    Permitido afligir os justos - Jó 1.12
    Reclama autoridade sobre o mundo - Lc 4.6
    Pecadores sob seu domínio - At 26.18
    Cega a mente dos incrédulos - 2Co 4.3,4
    Inspira maravilhas mentirosas - 2Ts 2.9

    Sua obra maligna:

    Tenta à desobediência - Gn 3.4,5
    Calunia dos santos - Jó 1.9-11
    Inflige enfermidade - Jó 2.7
    Opõe-se aos justos - Zc 3.1
    Tentou a Cristo - Mt 4.1
    Remove a boa semente - Mt 13.9
    Semeia o joio - Mt 13.38,39
    Arruína corpo e alma - Lc 9.42
    Mente - Jo 8.44
    Instiga os homens a pecarem - Jo 13.2
    Usa os homens como presas - 1Pe 5.8

    O ESTADO ORIGINAL DE SATANÁS - Ez 28.12-17

    a) Criado cheio de sabedoria - V.12
    b) Recebeu um lugar no santo monte de Deus - v. 14
    c) Criado Santo e Justo - V. 17
    d) O orgulho, motivo da sua queda - v.17

    2) A REBELIÃO E QUEDA DE SATANÁS - Is 14.12-15 .

    a) Lúcifer procurou exaltar-se à posição de Deus - v. 13 e 14
    b) Em sua vaidade declarou: “Serei como Deus”

    3) OS TÍTULOS E NOMES DE SATANÁS.

    a) Satanás = Adversário - Zc 3.1; 1º Pe 5.8
    b) Acusador - Ap 12.10
    c) Lúcifer = portador da luz - Is 14.12
    d) Dragão - Ap 12.7
    e) Diabo = difamador - 1º Pe 5.8
    f) Homicida e Mentiroso - Jo 8.4
    g) Sedutor - Ap 20.10
    h) Príncipe do Mundo - Jo 12.31
    i) Príncipe da Potestade do ar - Ef 2.2
    j) Destruidor - Ap 9.11
    k)Tentador - Mt 4.3
    l) Maligno - Mt 13.38
    m) Deus deste século - 2º Co 4.4

    4) SEU PODER

    a) Não pode ser ignorado pelo servo de Deus - Ef 6.11,12
    b) É soberano absoluto no reino dos demônios - Lc 11.14-18
    c) Neste reino tem seu trono - Ap 2.13
    d) Ele é soberano de um reino - Mt 12.26
    e) Apresenta-se como anjo de luz - 2º Co 11.14,15
    f) Tem lugares de reunião - Ap 2.9
    g) Tem poder para opor-se aos mais poderosos anjos - Dn 10.5,12,13
    h) Dirige e escraviza os ímpios - 1º Jo 5.19
    i) Poder limitado pela vontade de Deus - Jó 1. 10-12

    5) CAMPO DE AÇÃO DE SATANÁS

    a) Ainda tem acesso aos céus - Jó 1.6 e Ap 12.7-10
    b) A terra é o seu principal campo - Jó 1.7; 1º Pe 5.8

    6) A ESTRATÉGIA DA OBRA DE SATANÁS

    a) Autor do pecado e incita o homem a pecar - Gn 3.1-6
    b) Causa dor e sofrimento - At 10.38
    c) Tem o poder da morte - Hb 2.14
    d) Arma cilada para o homem - 1º Tm 3.7
    e) Coloca maus propósitos no coração - Jo 13.2; At 5.3
    f) Pode entrar em um homem e controlá-lo - Jo 13.27
    g) Procura apagar a Palavra dos corações - Mc 4,15
    h) Coloca falsos (joio) entre os servos de Deus - Mt 13.39
    i) Tenta atormentar os servos de Deus - Lc 22.31; 2º Co 12.7
    j) Impede a realização de planos - 1º Ts 2.18
    k) Lança os servos de Deus em prisões - Ap 2.10
    l) Acusa os servos diante de Cristo - Ap 2.10

    7) DESTINO DE SATANÁS

    a) Está sob sentença de condenação Is 14.15
    b) Está sob uma maldição - Gn 3.14,15
    c) Será expulso durante a tribulação - Ap 12.7-9
    d) Será amarrado no abismo - Ap 20.1-3
    e) Ficará eternamente no lago de fogo - Ap 20.10

    8) A VITÓRIA DO SERVO DE DEUS

    a) Triunfo de Jesus é a garantia de nossa vitória- Mt 4.1-11; Rm 5.12 
    b) Cristo o derrotou e deu-nos vitória - 1º Jo 3.8; Cl 2.15; Hb 2.14,15
    c) Na exaltação do Senhor, o servo recebeu a imputação de sua vitória. Ef 1.19-23; 2.4-6 e 1Pe 3.22
    d) Através da salvação, o cristão fica livre do poder do diabo At 26.18; Lc 10.17-20; 2C0 4.44; Ef 2.1-3 e Cl 1.13
    e)Sendo santo, o servo mantém a liberdade.
    f) Deve submeter-se a Deus e resistir ao diabo - Tg 4.7; 1º Pe 5.8
    g) Não deve abrir brechas, pecando - Ef 4.27
    h) Deve revestir-se com a armadura de Deus - Ef 6.10-18

    9) Temos a advertências especiais contra a tática de satanás:

    a) Não julgue o próximo - 2º Co 2.1-11
    b) Não ser hipócrita - At 5.1-11
    c) Não ser desobediente ao Senhor - Ef 4.17-32
    d) Tenha um bom testemunho - 1º Tm 3.7
    e) Não ser orgulhoso - 1º Tm 3.6
    f) Evitar confusão - 2º Tm 2.23-26

    É extremamente importante que o servo tenha certeza plena de sua posição de vitória através do Senhor Jesus Cristo, no combate às forças das trevas.

    É indispensável uma vida santa e irrepreensível, sem brechas para ser um vencedor no Senhor Jesus.

    Sua existência é um fato. No AT ela é mencionada em sete livros e por todos os livros do NT. Jesus reconheceu a sua existência. (Mateus 13.39; Lucas 10.18; 11.18)

    É um ser que possui personalidade, veja algumas:

    1) Inteligência, Astúcia - 2º Co 11.3
    2) Emoções - Ap 12.1
    3) Vontade - 2º Tm 2.26
    4) Moralmente responsável - Mt 25.41
    5) Pronomes pessoais são usados para descrevê-lo - Jó 1

    As suas designações:

    Nomes:
    1) satanás (adversário)
    2) diabo (difamador)
    3) lúcifer (Fº da Alva )
    4) belzebu (Mt 12.24)
    5) belial (2º Co 6.150

    Títulos:
    1) maligno (1º Jo 5.19)
    2) tentador ( 1º Ts 3.5)
    3) príncipe deste mundo ( Jo 12.31)
    4) deus deste século (2º Co 4.4)
    5) príncipe da potestade do ar (Ef 2.2)
    6) acusador de nossos irmãos (Ap 12.10)

    Representação:
    1) serpente (Ap 12.9)
    2) dragão (Ap 12.3)
    3) anjo de luz (2º Co 11.14)

    Sua natureza:

    Caráter:
    1) é uma criatura (Ez 28.14)
    2) um ser espiritual ( Ef 6.11,12)
    3) pertence à ordem dos querubins (Ez 28.14)
    4) era o mais importante entre os anjos ( Ez 28.12)

    Sua personalidade:
    1)homicida (Jo 8.44)
    2) mentiroso ( Jo 8.44)
    3) pecador contumaz ( 1ºJo 3.8)
    4) acusador (Ap 12.10)
    5) adversário (1º Pe 5.8)

    Limitações:
    1) uma criatura, não é onisciente , é finito.
    2) sua ação pode ser resistida ( Tg 4.7)
    3) Deus impõe limite a ele ( Jó 1.12)

    Seu estado original e a queda:

    1) A pessoa ( Is 14.12, 15-20)
    seu nome v.12
    seu poder vv.15-20

    2) O pecado ( Is 14.13,14)
    eu subirei ao céu
    acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono
    no monte da congregação me assentarei
    serei semelhante ao Altíssimo
    em 1º Tm 3.6 o seu pecado é chamado de orgulho
    A sua punição ( Ez 28.16-19)

    Os juízos contra satanás:

    Expulso de sua posição original no céu (Ez 28.16)
    Julgamento pronunciado no Éden ( Gn 3.14,15)
    Julgado na cruz ( Jo 12.31)
    Nos tempos finais, preso no abismo ( Ap 20.2)
    Nos tempos finais, lançado no lago de fogo ( Ap 20.10)

    A sua atuação:

    Em relação à Obra redentora de Cristo

    1) predição de conflito (Gn 3.15)
    2) na tentação (Mt 4.1-11)
    3) usou várias pessoas para atrapalhar (Mt 2.16; 16.23; Jo 8.44)
    4) possuiu Judas para a traição (Jo 13.17)

    Em relação às nações (igrejas):

    1) engana (Ap 20.3)
    2) reunirá para a batalha (Ap 16.13-14)

    Em relação aos homens:

    1) cega o entendimento ( 2 Co 4.4)
    2) apaga a palavra dos corações ( Lc 8.12)
    3) usa como instrumento (Ap 2.13)
    4) tenta a mentir ( At 5.3)
    5) acusa e difama o servo ( Ap 12.10)
    6) dificulta o trabalho ( 1ºTs 2.18)
    7) usa demônio para tentar derrotar o servo ( Ef 6.11,12)
    8) tenta à imoralidade ( 1º Co 7.5)
    9) semeia o joio entre os Servos ( Mt 13.38,39)
    10) levanta perseguições contra os Servos ( Ap 2.10)


    Demônios: Quem São E O Que Fazem?

    O que é demônio? 
    Demônio são anjos que junto a satanás foram expulso dos céus, quando este rebelou-se contra Deus. (Isaias 14.12-15; Apocalipse 12.3,4). Assim como os anjos tem acesso aos lugares espirituais, os demônios também tem acesso e podem descer às profundezas do ódio, rancor e perversão. Atormentam as pessoas, se apossam delas e as tiram de Deus e da sua verdade. (Marcos 5.2-5; Atos 13.6-12)

    Embora a luxúria, o homossexualismo, a bebedice, a glutonaria e a magia negra seja expressões da carne pecaminosa, essas estão entre as práticas que podem também ser expressões da atividade demoníaca na vida das pessoas. A Esquizofrenia pode ser uma doença mental em alguns, mas em outros pode ser uma possessão dos demônios.

    Os anjos possui uma hierarquia, os demônios também tem seus maiorais, "principados e potestades", certamente cidades e regiões são supervisionadas por alguns destes maiorais.

    No mundo invisível há conflitos entre os mensageiros de Deus e as forças demoníacas. As orações do Povo de Deus são usadas para restringir as atividades demoníacas e direcionar a ação dos poderes angelicais para controlá-los. (Daniel 10)

    Algumas de suas atividades:

    1) Tentam subverter o propósito de Deus.
    Daniel 10.10-14 ; Apocalipse 16.13-16

    2) Tentam estender a autoridade de satanás, cumprindo sua vontade.
    Efésios 6.11,12

    3) Podem ser usados por Deus na realização de Seus propósitos.
    1º Samuel 16.14 e 2º Cor. 12.7

    4) Podem causar doenças
    Mateus 9.33; Lucas 13.11,16

    5) Podem possuir homens
    Mateus 4.24

    6) Podem possuir animais
    Marcos 5.13

    7) Opõe ao crescimento dos filhos de Deus
    Efésios 6.12

    8) Disseminam doutrinas falsas
    1º Timóteo 4.1


    O Inferno Existe?

    “ Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.” Sl 9.17

    O inferno existe!
    Para nós cristãos, inferno é um lugar em que se encontram os que morreram em pecado.
    É descrito na Bíblia como um lugar terrível, de tormento e onde estarão por toda a eternidade todos aqueles que não observaram os preceitos do Senhor para suas vidas.
    Definir com clareza como é o inferno é muito difícil. Os muitos textos que tratam do assunto, geralmente usam a linguagem figurada que nos leva a vê-lo fisicamente como lugar de: chamas, castigo, fogo etc. Portanto, a possibilidade do inferno não ser um lugar na dimensão espiritual é muito grande.

    A Bíblia afirma também que na volta do Mestre Jesus ( Mt 25.31-46) todos serão ressuscitados. Os justos para a Glória e os injustos para o castigo eterno.
    Sua existência, esta sim é incontestável!

    O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, mas sim pelo prazer e satisfação de honrar ao Senhor Deus. As palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno.

    Descrito como:

    Mt 25.46 Castigo eterno
    Mt 25.41 Fogo eterno
    Is 33.14 Chamas eternas e Fogo devorado
    Mt 14.42,50 Fornalha acesa
    Ap 20.15 Lago de fogo
    Ap 14.10 Fogo e enxofre
    Mt 3.12 Fogo que não apaga
    2Pe 2.4 Lugar de punição
    Lc 16.23 Lugar de tormento

    Textos diversos sobre o assunto:

    Dt 32.22, Sl 9.17; 116.3, Pv 5.5; 9.18; 27.20; 23.14, Os 13.14 Mt 5.22, 29; 10.28; 11.23; 16.18; 18.9; 23.15; 23.33, Lc 10.15; 12.5; 16.23, Tg 3.6, 2Pe 2.4, Ap 1.18; 6.8; 20.14

    Leia os textos e veja a seriedade do Inferno.


     

    ·  Fonte: Evangelização Pessoal

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    DEMÔNIOS DO CANDOMBLÉ E SEUS NOMES NA IGREJA CATÓLICA Certamente você já ouviu falar em Sincretismo religioso, caso não, iremos lhe explicar. Antes leia o versículo a seguir: "E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada

    DEMÔNIOS DO CANDOMBLÉ E SEUS NOMES NA IGREJA CATÓLICA

    Certamente você já ouviu falar em Sincretismo religioso, caso não, iremos lhe explicar. Antes leia o versículo a seguir: "E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que enganatodo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele." (Apocalipse 12 : 9). Até o fim do artigo você passará a entender.

    No tempo da escravidão os negros eram trazidos para o Brasil, chegando aqui eram proibidos de fazerem seus cultos religiosos pelos padres, que os consideravam como algo demoníaco. Chegando a nosso país eram imediatamente batizados e obrigados a seguirem ao catolicismo.

    Os negros viram que tinham semelhanças entre seus deuses e os santos católicos, tanto nas cores das vestes, como na ”forma de ajudar” de cada um. Sendo assim passaram a mascarrar sua adoração, quando a imagem de um santo católico representava os espíritos africanos.

    No Brasil algumas religiões afro-brasileiras mantem quase que totalmente suas raízes africanas, como é o caso do candomblé, uma religião que teve origem na cidade  de Ifé, na África, e foi trazida para o Brasil pela nação nagô. As cerimônias ocorrem em templos chamados terreiros, sua preparação é fechada e envolve muitas vezes o sacrifício de animais. São celebradas em língua africana e marcadas por cantos e ritmo dos atabaques, que varia segundo o orixá (DEMÔNIO) homenageado, dos quais somente 16 são cultuados no nosso país, sendo eles:

      

    Exu – DIZEM SER: senhor dos caminhos, orixá mensageiro e vencedor de demandas. No sincretismo é Santo Antônio.

    Ogum - DIZEM SER: orixá guerreiro, deus do ferro e da guerra. No sincretismo é São Jorge.

    Oxossi - DIZEM SER: o protetor das matas, dos animais das florestas e dos caçadores. No sincretismo é São Sebastião.

    Ossaim - DIZEM SER: o orixá das ervas medicinais e das plantas em geral. No sincretismo é a São Roque.

    Obaluaiê ou Omulu – DIZEM SER: orixá das pestes e das doenças de pele. No sincretismo é São Lázaro e São Roque.

    Ewá – DIZEM SER: a orixá das chuvas, rainha dos mistérios e da magia. No sincretismo é Nossa Senhora das Neves.

    Xangô – DIZEM SER: o Senhor da Justiça, do trovão e da pedreira. No sincretismo é  São Jerônimo, Santo Antônio, São Pedro, São João Batista, São José e São Francisco de       Assis.

    Oxumaré –DIZEM SER: o orixá da sorte, da fartura e da fertilidade. No sincretismo é São       Bartolomeu.

    Oxum – DIZEM SER: a rainha dos rios e das cachoeiras, do ouro e do amor. No sincretismo é Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora   das      Candeias.

    Iansã – DIZEM SER: a deusa guerreira, senhora dos ventos, das tempestades e dos raios. No sincretismo é Santa Bárbara .

    Logun-Edé – DIZEM SER: filho de Oxum com Oxossi. No sincretismo é São Miguel Arcanjo e Santo Expedito.

     

    Obá –DIZEM QUE: seus domínios são as águas revoltas . No sincretismo é Santa Catarina, Santa Joana D'Arc e Santa Marta.

     

    Iemanjá – DIZEM SER: a rainha dos mares e a mãe dos orixás. No sincretismo é a Virgem Maria, principalmente Nossa Senhora dos Navegantes. Sincretizada no Rio de Janeiro com Nossa Senhora da Glória tem o seu dia comemorado em 15 de agosto.

     

    Nanã – DIZEM SER: a protetora dos doentes desenganados. No sincretismo é Santa Ana, mãe de Maria.

     

    Ibeji – DIZEM SER: protetores das crianças e da família. No sincretismo é Cosme e Damião.

    Oxalá – DIZEM SER: responsável pela criação do mundo e dos seres humanos. No sincretismo dizem ser Jesus.

    OBS: Todos os “santos” citados acima, não tem nada de santos, a não ser nosso Senhor  e Salvador Jesus Cristo, os demais foram nomeados santos pela igreja católica, a mesma não tem tal poder.

    "Não te inclinarás diante dos seus deuses, nem os servirás, nem farás conforme às suas obras; antes os destruirás totalmente, e quebrarás de todo as suas estátuas."  (Êxodo 23 : 24)

    Não se engane, desde sempre vêem dizendo que Deus é o mesmo e só muda o nome de acordo com a religião, não caia nessa. Os demônios citados a cima estão sendo cultuado na igreja católica, só o nome que muda, são os anjos que foram lançados fora do céu juntamente com Lúcifer.

    "E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz."(II Coríntios 11 : 14).

    Mesmo sendo bíblico que não devemos cultuar a outros deuses, nem se prostrar diante imagens de esculturas, a igreja católica continua “pregando” um falso evangelho.

    "As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarão, nem os tomarás para ti, para que não te enlaces neles; pois abominação é ao SENHOR teu Deus."  (Deuteronômio 7 : 25)

    Leia  Bíblia!

     

     

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    Principais demônios na história de muitos povos, através dos séculos. Aaba: Demônio fêmeo, de beleza irresistível, com capacidade de poder se apresentar com mulher e seduzir quem bem desejasse. Contudo, curiosamente, era incapaz de presenciar der

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    A doutrina dos anjos, é fundamentalmente o estudo dos ministros da providência de Deus ( são os agentes especiais de Deus ). Como em toda doutrina, há uma negligência muito grande desta, nas igrejas e entre os Teólogos, que chega a ser verdadeira re

    5. ANGELOLOGIA

    (A DOUTRINA DOS ANJOS)

    (nome do autor retirado em 2011, a seu pedido)




    INTRODUÇÃO

    A doutrina dos anjos, é fundamentalmente o estudo dos ministros da providência de Deus ( são os agentes especiais de Deus ). Como em toda doutrina, há uma negligência muito grande desta, nas igrejas e entre os Teólogos, que chega a ser verdadeira rejeição. Considerado pelos estudiosos contemporâneos como a mais notável e difícil das matérias. Marco da implantação de grandes seitas e heresias, do mundo atual.

    .VEJAMOS TRÊS ASPECTOS DE NEGLIGÊNCIA DESTA DOUTRINA:

    Primeiro. Desde a antigüidade, os gnósticos prestavam adoração aos anjos (Cl 2:18); depois então, na Idade Média, com as crenças absurdas dos rituais de bruxarias com culto aos anjos, e agora em nossos dias, os estudos cabalísticos personalizados no meio esotérico e místico, ensinam novamente o culto aos anjos, por meio de bruxos sofisticados e modernos. Sabendo que antes de tudo, a existência e ministério dos anjos são fartamente ensinados nas escrituras, por isso, não podemos negligenciar os ensinamentos sagrados.

    Segundo. A evidência de possessão demoníaca e adoração a demônios de forma veemente em nossos dias. O apóstolo Paulo parece travar grande luta com a grande idolatria que considerava adoração a demônios ( I Co.10:19-21 ). Nos últimos dias, esta adoração aos demônios e a ídolos deve aumentar bastante (Apc.9:20-21 G.Trib.). A negligência deixa de existir para dar lugar à um crescente pensamento sobre o assunto, especialmente do lado do mal. Não podemos negligenciar tal doutrina.

    Terceiro. A prática acentuada do espiritismo que crescerá assustadoramente nos últimos dias, conduzindo homens, mulheres e crianças a profundos caminhos de trevas e cegueira espiritual ( I Tm.4:1-2 ). E ainda a obra de satanás e dos espíritos maléficos, atrapalhando o progresso da graça em nossos próprios corações e a obra de Deus no mundo ( Ef. 6:12 ).

    Deveríamos querer saber mais e mais dos ensinamentos sagrados para podermos estar firmes contra as astutas ciladas deste inimigo derrotado, Satanás, o anjo caído. ( Rm.16:20; Ap.12:7-9; 20:1-10).

    Dividiremos o assunto de Angelologia em dois capítulos:

    1o Cap.– A ORIGEM, A NATUREZA E A QUEDA DOS ANJOS.

    2oCap.- A CLASSIFICAÇÃO, E O DESTINO DOS ANJOS.

    10 Capítulo

    A ORIGEM, A NATUREZA E A QUEDA DOS ANJOS.

    5.1. - A ORIGEM DOS ANJOS.

    Os anjos não existem desde a eternidade, eles foram criados por Deus no momento de sua criação ( Ne.9:6 - Sl.148:2; Cl.1:16 ). A bíblia não indica com precisão em que parte foram criados, mas podemos entender que isso deve Ter acontecido imediatamente após Ter criado os céus e antes de Ter criado a terra, segundo podemos ver em Jó 38:4-7 – Gn.1:1; 2:1. Não podemos também definir número, mas sabemos que um "exercito" compreende grande quantidade, uma 1"legião" compreende um número grandioso ( Dn.7:10; Mt.26:53; Hb.12:22 ). Deus certamente criou todos de uma só vez, pois os anjos não tem capacidade de propagar-se como o homem ( Mt.22:30 ).

    A palavra original correspondente no grego é ( a g g e l o z = angelos ), é usado tanto para mensageiros humanos ( I Rs.19:2; Lc.7:24 e 9:52 ), quanto divinos.

    5.1. a - EXPRESSÕES USADAS PARA SE REFERIR AOS ANJOS:

    • 2Filhos de Elohim{Deus}( Jó.1:6 e 2:1; Sl.29:1; 89:6).
    • Santos ( Sl.89:5-7 ).
    • Vigias ( Dn.4:13, 17, 23 ).
    • 3Espíritos ( Hb.1:14 ).
    • Principados, poderes, tronos, dominações e autoridades ( Cl.1:16; Rm.:38; I Co.15:24; Ef.6:12; Cl.2:15 ).
    • Arcanjos ( I Ts.4:16 e Jd.9 ).

    5.1. b - COLETIVOS USADOS PARA OS ANJOS:

    • Congregação/ assembléia ( Sl.89:6,7 )
    • Hostes/ Senhor das hostes ( Lc.2:13; Ef.6:12; Hb.12:22 )

    5.1. c- TESTEMUNHOS À ORIGEM E EXISTENCIA DOS ANJOS:

    • Cristo comprovou a existência dos anjos ( Jo.1:51 ).
    • O Apóstolo Paulo também testemunhou ( Gl.1:8 ).
    • O próprio Satanás falou dos anjos ( Mat.4:6 ).
    • O Apóstolo João falou mais de 60 vezes no livro de Apc. ( Apc.1:1 ).

    Anjos, então, foram comprovados pelos escritores da Bíblia e pelo próprio Jesus Cristo, como sendo reais. Apesar de toda confusão de todos os tempos, não podemos negligenciar esta grande doutrina – Angelologia.

    1 "LEGIÃO OU TROPA" – ENTRE OS ROMANOS CONSTAVA APROXIMADAMENTE 6000 HOMENS.

    2 "FILHOS DE DEUS" -ENFATIZA SUA CRIAÇÃO POR DEUS ( CL.1:16 ).

    3 "ESPÍRITOS" - ENFATIZA SUA NATUREZA INCORPÓREA.

    5.1.1.- O PROPÓSITO DE SUA ORIGEM:

    • Os anjos foram criados para darem glória , honra e ações de graça a Deus.
    • Os anjos foram criados para adorarem a Cristo ( Hb.1:6 )
    • Foram criados para cumprirem os propósitos de Deus:
    • O ARCANJO: - Proteção de Israel ( Dn.12:1 ).
    • -Luta contra Satanás ( Judas 9; Apc.12:7 ).
    • -Anuncia a Vinda de Cristo ( I Tess.4:16 ).

    ·          

      • OS QUERUBINS guardam o trono de Deus ( Ez.10:1-4 )4.
      • OS SERAFINS se preocupam com a adoração a Deus perante o Seu Santo Trono ( Is.6:2-7 )
      • AS DIFERENTES ORDENS de anjos, assistem a Deus em sua obra Soberana ( Col.1:16 e 2:10; Ef.1:21 e 3:10 )5.

     

     

    5.2. - A NATUREZA DOS ANJOS.

     

    5.2.a.- NÃO SÃO SERES HUMANOS GLORIFICADOS6 (Hb.12:22,23):

    • SÃO SERES ESPIRITUAIS –Incorpóreos ( Hb.1:14 ). Não tem corpo físico, mas podem assumir forma corpórea ( Gn.18:19 ). (Sl.104:4; Hb 1:7; Ef.6:2; Mt.8:16; 12:45; Lc.7:21; Apc.16:14 ).
    • SÃO IMORTAIS –Os anjos não estão sujeitos à dissolução: nunca morrem. A imortalidade dos anjos se deriva de Deus e depende de Sua vontade. Os anjos são isentos da morte, porque assim Deus os fez. ( Lc.20:35,36 ).
    • ** NÃO SE REPRODUZEM CONFORME SUA ESPÉCIE –As escrituras em parte alguma ensina que os anjos são seres assexuados. Inferências encontramos referindo-se aos anjos, com o uso de pronomes do gênero masculino ( Dn.8:16,17; Lc.1:12,29,30; Apc.12:7; 20:1; 22:8,9 ). Mas, não obstante, o casamento, a reprodução, não é da ordem ou do plano de Deus.
    • SÃO PODEROSOS –Dotados de poder sobre-humano ( Sl.103:20; II Pd.2:11 ). São uma classe de seres criados superiores aos homens ( Sl.8:5; Hb.2:10 ). Contudo, esse poder tem seus limites estabelecidos, não são Onipotentes ( II Ts.1:7; II Sm.24:16,17 ). Veja demonstração de poder dos anjos – ( At.5:19; 12:7,23; Mt.28:2 ).

    Obs: Quão capazes, portanto, são os anjos bons para ministrar ao homem; e quão desesperadora pode ser a oposição dos principados, os dominadores deste mundo tenebroso! Confiemos, portanto, na força do poder do Senhor e de seus ministros, Amém!

    • SÃO SERES VELOZES –( Mt.26:53 ) O pensamento que deve ser destacado, é que os anjos, cuja residência, supostamente era nos céus, podiam instantaneamente aparecer em defesa de seu Senhor. Como essas legiões de anjos poderiam passar, com tal rapidez, do céu até o triste Getsêmani, ultrapassa nosso entendimento. Sabemos apenas que a possibilidade do fenômeno indica uma atividade e rapidez verdadeiramente maravilhosa.
    • SÃO SERES PESSOAIS.

    ·          

      • Inteligência – Dn.10:14
      • Emoções – Jó 38:7
      • Vontade – Is.14:13,14
      • Não são Oniscientes – Mt.24:36
      • Não são Onipresentes – Dn.9:21-23
      • Não são Onipotentes – Dn.10:13
    • SÃO PERFEITOS E SEM FALHA – ( Gn.1:31 )

    ·          

      • Parte dos anjos tornaram-se rebeldes e caídos – ( Jd.6; II Pd.2:4 )
      • O restante permaneceu obediente  ( Mt.25:31; Sl.99:7 )
    • SÃO SERES GLORIOSOS – ( Lc.9:26 )

    ·          

      • Os anjos são dotados de dignidade e glória sobre-humanos.

     

    ** Trechos Principais para considerar: Gn.6:1-4; I Pd.3:18-20; II Pd.2:4 e Judas 6.

    Os anjos são chamados "Filhos de Deus" no Velho Testamento nas referências de Jó 1:6; 2:1; 38:7 e também em Gn.6:2,4. Deve ser observado, porém, que, apesar de serem assim chamados, os homens também o foram ( Lc.3:38; Jo.1:12; I Jo.5:1-2 ). A palavra original é "Benai-Elohim"= Filhos de Deus. Por causa do texto de Gn.6:2,4, há polêmica sobre quem foram "OS FILHOS DE DEUS"??

    Que os filhos de Deus se refere aos anjos, neste texto de Gn.6, é a posição tomada por Josefo, Filo Judeus e os autores do Livro de Enoque e do Testamento dos Doze Patriarcas; era a posição geralmente aceita pelos judeus eruditos dos primeiros séculos da era cristã. A impressão que geraram "gigantes" foi da Septuaginta (LXX), que também traduziu todos os manuscritos, substituindo "Filhos de Deus" por "anjos de Deus" em Gn.6; Jó 1:6 e 2:1, e por "meus anjos" em Jó 38:7.

    OBS:

    Gn.6:4- "...Estes eram os valentes que houve na antigüidade, os homens de fama". Filhos do relacionamento entre "os filhos de Deus" com as "filhas dos homens". Esta é a definição original dos textos da palavra de Deus e não "NEFILINS", que encontramos em alguns textos traduzido e não confiáveis, conforme The Theological Workbook of the Old Testament, por Harris, Archer e Waltke. Estes homens gerados eram perversos e dominaram a terra, razão pela qual, Deus viu que havia grande maldade sobre a terra vs 5 e 6.

    Argumentos

    Teoria de que os "filhos de Deus" eram anjos:

    1. As referências de Jó 1:6; 2:1; 38:7.
    2. A relação anormal, produziu gigantes impiedosos.
    3. Anjos podem aparecer como homens Gn.19:1,5; ou em homens, Mc.1:23-26/ Mc.5:13 ( O Dr. Henry Morris diz: Os filhos de Deus e as filhas dos homens são homens e mulheres, mas foram possessos por demônios.
    4. Em Mt.22:30, o Senhor estava apenas explicando que os anjos não se reproduzem como os humanos. Não há prova que os anjos não tem sexo. Nos originais, a palavra anjos, sempre é no gênero masculino. Alguém explico que os anjos não se reproduz porque não existe "anjas".
    5. As referências associadas com judas 6; I Pd.3:18-20; II Pd.2:4-6.
    6. Esta teoria foi assegurada por historiadores como Josefo e Plínio.
    7. Os livros apócrifos ( 3 deles ), assegura esta posição.
    8. É considerado que houve duas quedas dos anjos, uma quando Satanás liderou a rebelião, antes da queda do homem e outra em Gn.6.(Teor. Defendida por Clarence Larkin)

    Teoria de que os "filhos de Deus" não eram os anjos e sim os descendentes de Sete.

    1. Se anjos de fato se relacionam sexualmente com mulheres, este é um prodígio espetacular da história que viola as normas da natureza, e não há nada na bíblia que diga que anjos tem poderes sexuais.
    2. Em Gn.6, encontramos em seu contexto a seqüência do termo "homem", vs 1,2,3.
    3. A distinção entre os "filhos de Deus" e Satanás nos textos de Jó 1:6; 2:1 de modo que, claramente entendemos que o título "filhos de Deus" não se refere aos anjos caídos.
    4. Se esta relação entre anjos e mulheres gerou os "Nefilins-gigantes", como se explica a presença destes, antes deste ato, e depois do dilúvio em Nm.13:33.
    5. A linguagem de Gn.6:2 é normal para expressar relação entre humanos.
    6. Os textos do novo testamento não provam que são anjos:
    • I Pd.3:18-20- não diz nada sobre estes "espíritos em prisão", sendo anjos. Pelo contrário, o contexto indica homens, cap.4:6.
    • II Pd.2:4 e Judas 6,7- são referências de anjos, mas não provam que eram envolvidos em Gn.6.
    1. Os livros apócrifos, provavelmente foram produzidos pelos essênios, os quais adotaram a interpretação angélica. Josefo trabalhou com este grupo.
    2. A linguagem de Gn.6:2 é normal para expressar relação entre humanos.

     

     

     

     

    4 SATANÁS antes de sua queda, ocupava um lugar especial entre os querubins ( EZ.28:14 ).

    5 SATANAS E SUAS HOSTES CAÍDAS, estão organizadas e preparadas para grandes batalhas do mal. disto podemos concluir que existem duas forças invisíveis e poderosas --- uma dirigida por Deus e seus anjos e a outra por satanás e seus anjos, onde a vitória final, será de Deus ( APC.20:7-10; MT.25:41 )

    6 HÁ UM CANTICO QUE DIZ: "EU QUERO SER UM ANJO E COM OS ANJOS FICAR"- Contrário à Bíblia. Não podemos dizer que, ser como anjos é ser anjo, também é ensinado, que crianças quando morrem, viram anjos ( Lc.20:35,36)

    5.3. - A QUEDA DOS ANJOS.

    Dividiremos esta seção em quatro pensamentos:

    5.3.a – O FATO DE SUA QUEDA.

    5.3.b – A ÉPOCA DE SUA QUEDA.

    5.3.c – A CAUSA DE SUA QUEDA

    5.3.d – O RESULTADO DE SUA QUEDA.

    5.3.a.- O FATO DE SUA QUEDA

    A origem do mal.

    Com exceção de alguns filósofos e cientistas, que chamam de "erro da mente mortal", todos os homens reconhecem o fato severo e solene do mal no universo. Verdadeiramente, sua presença no mundo é um dos problemas mais desconcertantes para a filosofia e para a teologia. Acreditamos que os anjos foram criados ( originados ) em estado de perfeição. No relato bíblico da criação, em Gn.1, lemos seis vezes que o que Deus fizera era bom, vs.4, 10, 12, 17, 21, 25, e no vs.31 encontramos as palavras: "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom". Isso certamente inclui a perfeição dos anjos em santidade, até esse momento.

    Não há dúvidas, portanto, que os anjos foram criados perfeitos (Ez.28:15) e parte destes deixaram seu próprio principado e habitação original perfeita (Judas 6, II Pd.2:4), para criar raízes do mal (Sl.78:49; Mt.25:41; Ap.9:11 e 12:7-9).Não podemos Ter dúvidas que Satanás foi o "chefe" desta rebelião ( Is.14:12; Ez.28:15-17).

    5.3.b.- A ÉPOCA DE SUA QUEDA

    _ Acreditamos que se deu após toda a criação perfeita de Deus –Gn.1:31- 2:3.

    > Veja nota no item------- 5.1. - A ORIGEM DOS ANJOS. , pg. 2 .

    5.3.c.- A CAUSA DE SUA QUEDA

     

    Este é um dos profundos mistérios da Teologia. Mostramos que os anjos foram criados perfeitos, como pode tais seres pecarem?

    É aqui que podemos ver a perfeição de toda a criação, os Teólogos Latinos são autores de uma frase que diz: "Posse pecare et posse non pecare". Isso traduz a capacidade de pecar e a de não pecar. É a posição de poder fazer qualquer uma das duas coisas sem ser constrangido a fazer uma ou outra coisa. Em outras palavras, havia liberdade de escolha.

    Deus não coagiu nenhuma de suas criaturas, nem mesmo os anjos. Se indagarmos que motivo pode Ter estado por trás dessa rebelião, podemos obter algumas respostas nas Sagradas Escrituras.

    1. GRANDE PROSPERIDADE E BELEZA (Rei de Tiro-Tipo de Satanás-Ez.28:11-19; I Tm.3:6).
    2. AMBIÇÃO DESMEDIDA E A CONCUPISCENCIA DE SER MAIS QUE DEUS (Rei da Babilônia-Tipo da Satanás-Is.14:13,14).

     

    5.3.c.1- Veja os passos que levaram à queda.

    1. SUBIREI AO CÉU – vs.13 – Satanás queria a posição ao lado de Deus no céu, lugar este reservado a Cristo - Ef.1:20.
      1. EXALTAREI MEU TRONO – vs.13 – Satanás queria seu trono sobre todo principado, potestade e domínio, lugar este prometido a Cristo – Ef.1:21.
      2. ME ASSENTAREI NO MONTE DA CONGREGAÇÃO - vs.13 – Satanás queria reinar sobre o povo de Deus, privilégio este dado ao Messias prometido - Is.9:6-7.
      3. SUBIREI ACIMA DAS MAIS ALTAS NUVENS – vs.14 – Satanás queria a Glória que só Deus tem, e esta pertence a Cristo – Jo.17:5.
      4. SEREI SEMELHANTE AO ALTÍSSIMO – vs.14 – Satanás queria o poder e a autoridade do altíssimo, e esta pertence somente a Cristo – Jo.8:58.

    5.3.d.- O RESULTADO DE SUA QUEDA

    1. Perderam sua santidade original e se tornaram corruptos em natureza e conduta ( Mt.10:1; Ef.6:11,12; Ap.12:9 ).
    2. Alguns deles foram lançados no "inferno-Tártaro", e acorrentados até o dia do julgamento (II Pd.2:4).
    3. Alguns estão em liberdade e trabalham em definida oposição à obra dos anjos bons (Ap.12:7-9; Dn.10:12,13,20,21; Judas 9).
    4. A terra foi amaldiçoada por causa do pecado de Adão (Gn.3:17-19) e a criação está gemendo por causa da queda ( Rm.8:19-22), tanto de Adão como dos anjos caídos.
    5. Um dia serão lançados sobre a terra (Ap.12:8,9) e, após seu julgamento serão lançados no "Lago de Fogo" ( I Co.6:3; Mt.25:41; II Pd.2:4; judas 6).

    20 Capítulo

    A CLASSIFICAÇÃO, E O DESTINO DOS ANJOS.

    5.4 - A CLASSIFICAÇÃO DOS ANJOS.

    CLASSIFICAM-SE OS ANJOS EM DUAS GRANDES CLASSES:

    1. Anjos Bons. – Descritos como seres Alados(voadores-Dn.9:21; Ap.14:6), PARA NOS FAVORECER ( Sl.91:11; Hb.1:14; Dn.6:22).
    1. Guiam e guardam os crentes – ( Sl.91:11; Hb.1:14 ).
    2. Ministram ao povo de Deus – ( Hb.1:14; Mt.4:11; Lc.2243 ).
    3. Defendem e livram os servos de Deus – ( Gn.19:11; At.5:19-20 ).
    4. Guardam os eleitos falecidos – ( Lc.16:22; Lc.24:22-24; Jd.9 ).
    5. Cooperam na separação entre justos e ímpios – ( Mt.13:49; Mt.25:31-32 ).
    6. Cooperaram no castigo imposto aos ímpios – ( II Ts.1:7-8 ).

    1.1. Classificação em ordem > Veja item 5.1.1.-O Propósito de sua origem – Pg.3

     

    1. Anjos maus. ( Aprisionados/ Libertos/ Demônios e Satanás ) – PROPÓSITO DE OPOR-SE E DESTRUIR A OBRA DE DEUS E SEUS SANTOS.

    2.      ( Zc.3:1; II Co.12:7; Ff.6:11,12; II Co.11:14, 4:4; I Pd.5:8 ).

      1. – Anjos aprisionados  Consiste de estarem confinados em abismos de trevas e estarem presos por algemas eternas, reservados para o juízo do grande dia. ( II Pd.2:4 e Jd.6 ).
      2. - Anjos Libertos – Estão incluídos em todo "principado, potestade, poder e domínio. São normalmente mencionados em conexão com Satanás, seu líder ( Ef.1:21, 6:12; Cl.2:15; Mt.24:41; Ap.12:7-9, 9:14; I Co. 6:3 )
      3.  Demônios – Aparece três vezes no V.T.( Dt.32:17; Sl.106:37 e Lv.17:7 ).
    1. Não são almas dos homens maus.
    2. Não são os espíritos desincorporados de uma raça pré-Adâmica

    -----( Sl.9:17; Lc.16:26-31; Ap.1:18; Ap.12:7-9 )-----

    1.  
      1. – Satanás – Este ser sobre-humano é mencionado expressamente no velho testamento ( Gn.3:1-15; Jó 1:6-12, 2:1-7; Zc.3:1,2 ). Já no N.T., é mencionado freqüentemente ( Mt.4:1-11; Lc.18:18,19; Jo.13:2,27; I Pd.5:8; Ap. caps.12,12:1-4, 20:1-3, 7-10 ).

    COLEÇÃO DE NOMES: EX: Diabo ( Ap.20:2 )/ Abadom / Apolion / Belzebu / Belial / Malígno / Adversário / Serpente / Acusador / Enganador / mal / Homicida / deus deste século / Potestade do ar / Pai da mentira / Sedutor / Caluniador / Tentador .

     

    5.5– O DESTINO DOS ANJOS.

    Anjos Bons – Continuarão servindo a Deus por toda a Eternidade ( Ap.21:1, 2, 12 ).

    Anjos Maus – Temos informação definitiva de que terão sua parte no LAGO DE FOGO (Gehenna-Mt.25:41 ). Quando Cristo voltar, os crentes terão parte no julgamento, ou condenação dos anjos maus ( I Co.6:3 ).

    O destino de Satanás – Será lançado no abismo (Tartaroo-Ap.20:1-3 ), onde ficará confinado e acorrentado por 1.000 anos. Então será solto por "pouco tempo", durante o qual tentará frustrar os propósitos de Deus aqui na terra ( Ap.20:7-8 ). E daí, por fim, ele e seus anjos serão lançados no Lago de Fogo ( Mt.5:41; Ap.20:10 e 14 ), seu destino final, onde serão atormentados para todo o sempre.

    Definições para : INFERNO- Lugar destinado ao suplício das almas dos perdidos.

    Há quatro definições para esta palavra.

    1  SHEOL  hb., V.T., o mundo dos mortos.( Dt.32:22; II Sm.22:6; Sl.18:5 )

    2  HADES  gr., corresponde a Sheol, lugar das almas que partiram deste mundo. ( Mt.11:23, 16:18; Lc.16:23; At.2:27 )

    3 - GEHENNA  gr., vale de Hinom, um vale de Jerusalém, onde se fazia sacrifícios humanos. Termo usado para designar um lugar de suplício eterno. ( Mt.5:22, 29-30, 10:28, 18:9, 23:15, 33; Lc.12:5; Tg.3:6; Ap.20:10 e 14 )

    4  TARTAROO  gr., derivado de Tartaros, o mais profundo abismo do Hades.( I Pd.2:4; Ap.20:3 )

    Amém, Louvado seja Deus pela nossa Salvação e livramento - Ap.21:6-7

     

     

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  • Texto

    PreenchimentO nome Lúcifer é freqüentemente aplicado a Satanás, mas não há base bíblica para esta ideia A palavra "Lúcifer" é a tradução em algumas Bíblias (ainda que não nas versões portuguesas mais comuns) da palavra hebraica hêlîl em I

    Lúcifer não é satanás: a verdadeira origem do mal

    feira 

     

    O Que a Bíblia Diz?
    Quem é "Lúcifer"?

    O nome Lúcifer é freqüentemente aplicado a Satanás, mas não há 
    base bíblica para esta ideia  A palavra "Lúcifer" é a tradução em algumas Bíblias (ainda que não nas versões portuguesas mais comuns) da palavra hebraica hêlîl em Isaías 14:12. Versões bem conhecidas como a Revista e Corrigida, a Revista e Atualizada (1 e 2) e a Linguagem de Hoje traduzem esta palavra como "estrela da manhã."

    veja em Wikipedia: LÚCIFER

    A palavra “lúcifer” é uma palavra do Latim (idioma

     antigo) e significa "portador da luz("lux" ou "lucis "+ "ferre")". Quem traduziu a Bíblia para o Latim foi “Eusébio Sofrônio Jerônimo” e essa tradução é conhecida como "VULGATA LATINA"; na Bíblia em Latim, o substantivo "lúcifer" aparece seis vezes, a saber:

    1 - A palavra "lúcifer" aparece em Jó 11:17, referindo-se ao amanhecer.

    2- A palavra "lúcifer" aparece em Jó 38:32, referindo-se à estrelas.

    3 - A palavra "lúcifer" aparece em Salmos 110:3 (Na Nova Vulgata Apenas), referindo-se ao amanhecer.

    4 - A palavra "lúcifer" aparece em 2 Pedro 1:19, referindo-se, por incrível que pareça, a Jesus!

    5 - A palavra “lúcifer” aparece em Isaías 14:12, referindo-se ao rei da Babilônia (compare Is 14:12 com Is 14:4-6)

     

    6 - A palavra Lúcifer aparece em Apocalipse 2:28


    Isaías 14 é uma profecia 
    sobre a queda do rei de Babilônia (veja 14:4). Este rei exaltava-se, buscando tomar a glória que pertence a Deus. A profecia de Isaías 14 mostra que ele seria derrubado de volta à terra.

    É interessante que o Novo Testamento fale sobre a "estrela da alva" (2 Pedro 1:19) e a "estrela da manhã" (Apocalipse 2:28; 22:16). Em todas estas passagens, é claro que a estrela da manhã não é Satanás, ou qualquer outra criatura blasfema. O próprio Jesus é a brilhante estrela da manhã que abençoa seus servos fiéis.


    Então, 
    por que o nome "Lúcifer" é freqüentemente aplicado a Satanás? O uso partiu de uma interpretação errada de Isaías 14:12. Muitos comentaristas inseriram algo maior neste texto, vendo-o como uma explicação da origem de Satanás. Certamente há razão para acreditar que o Diabo foi um dos anjos (Jó 1:6), que ele tem estado em rebelião contra Deus desde antes da criação da Terra (1 João 3:8; veja Gênesis 3), e que vários anjos seguiram sua desobediência e serão castigados eternamente (Judas 6). O que o rei de Babilônia fez foi o mesmo tipo de pecado: desafiar a autoridade do Rei dos reis. Neste sentido, podemos pensar em "Lúcifer" como um filho ou discípulo de Satanás (veja João 8:44), mas a profecia de Isaías 14:12 não está falando especificamente do Diabo.

    Esta é uma lição 
    permanente para nós de Isaías 14. O rei de Babilônia serve como um lembrete claro da verdade das palavras de Jesus em Lucas 14:11: "... todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado." Que possamos andar humildemente com nosso Deus.




    SATANÁS NUNCA FOI LÚCIFER: A VERDADE SOBRE A ORIGEM DO MAL


    PRIMEIRAS PALAVRAS

    O Mal é algo que só se caracteriza graças, primeiramente, a existência do Bem. Porém, ao caracterizar-se, o Mal acaba por caracterizar o Bem, ou seja, caracteriza que o Bem é Bom. O Bem e o Mal são forças que se anulariam caso existisse apenas uma. Por exemplo, a saúde é algo bom, mas só para quem conhece a doença, que é algo mau. Ora quando temos saúde não damos importância ao tipo de bebida ou comida que consumimos. O importante é que sejam agradáveis ao nosso paladar. No entanto, quando adoecemos é que percebemos que a saúde é algo bom, ou seja, por intermédio do mal descobri que o bem é bom. 


    Essa relação é diretamente proporcional, ou seja, quanto maior for o mal, mais certeza teremos de que o bem é bom. No exemplo em questão, quanto maior for a enfermidade mais certeza terá o enfermo de que a saúde é algo bom. Logo, o mal da doença caracteriza a benignidade da saúde. Mas, não existe doença sem que haja primeiramente a saúde. Portanto, o mal caracteriza o bem, mas sua existência depende da prévia existência do bem.



    Muitos, ou todos, condenam Adão e Eva por terem comido o fruto da árvore do conhecimento entre o Bem e o Mal. Para nós é muito fácil dizer que o que eles fizeram não foi correto, mas só sabemos disso porque somos conhecedores do pecado. Certamente que Adão e Eva não sabiam que a vida eterna era algo bom, até conhecerem a morte. Depois disso, passaram a dar valor ao fruto de uma árvore que sempre esteve à disposição deles, mas lhes parecia tão normal quanto às outras, por isso não lhe dava importância: A Árvore da Vida. Mas, agora não eram mais dignos de chegarem a ela. Por isso Deus colocou querubins para guardarem-na:

    "Então, disse o SENHOR Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal; assim não estenda a mão, e tome também a árvore da vida, e coma, e viva eternamente.
    O SENHOR Deus, por isso, o lançou fora do jardim do éden, a fim de lavrar a terra de que fora tomado.E, Expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do éden (...) para guardar o caminho da árvore da vida" ( Gn 3:22-24 ) 

    Portanto, a Vida Eterna só se caracterizou como algo bom graças ao conhecimento sobre a Morte que, naquele momento, caracterizava-se como má.


    Uma questão pode ser levantada nesta situação: "Qual motivo da existência da árvore do conhecimento, sobre o bem e o mal, no paraíso, se ela viria a trazer tantos malefícios?"

    Acredito, e agora se trata de uma reflexão meramente individual, portanto passível de discussão, que a existência da árvore do conhecimento tem o objetivo de caracterizar a benignidade de Deus, ou seja, primeiro existiu o Bem, mas foi necessária a introdução do Mal para que o Bem pudesse ser caracterizado.



    E, com base nisso, pode-se afirmar: "O Mal já existia no paraíso antes mesmo da criação do homem, mais precisamente no terceiro dia da criação ele surgiu. Logo, é verdade afirmar que Adão e Eva foram os primeiros homens a pecar, mas não que eles foram os responsáveis pela introdução do mal no paraíso, pois o Mal já existia antes mesmo deles terem comido o fruto proibido. Ora, Satanás estava na serpente, logo o Mal já existia e tanto isso é verdade que Deus criou a primeira lei: "... de toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás..." ( Gn 2:16-17 ). Se havia lei era porque já havia o mal (transgressão), pois: "onde não há lei, também não há transgressão..." ( Rm 4:15 ); "pela lei vem o pleno conhecimento do pecado" ( Rm 3:20 ).

    Sabe-se, portanto, que o Mal já existia no paraíso antes mesmo de Adão e Eva terem pecado, mas a questão que fundamenta este estudo é: 
    "Como surgiu o Mal?". Necessariamente quando se busca um conhecimento sobre origem do mal, busca-se, também, o conhecimento sobre a origem de seu maior representante: Satanás (Diabo).

    Mas  adiante vamos discorrer um aprofundado estudo bíblico a procura de evidências que possam fundamentar toda essa estória de um dia Satanás ter sido Lúcifer, um anjo que queria ser mais poderoso que Deus, e que iniciou uma peleja no Céu, na qual foi derrotado e lançado a Terra e nos tenta até hoje.
    Após este estudo descobriremos que tudo isso não passa de uma lenda causada por uma interpretação equivocada dos leitores e estudiosos da bíblia.


    OS POVOS MAIS ABENÇOADOS POR DEUS


    Na bíblia, mais precisamente no Antigo Testamento, há relatos sobre dezenas de povos que tiveram, direta ou indiretamente, alguma relação com o povo de Israel. Entre eles podemos citar os 
    egípcios, os babilônios, os sidomeses, os de Tiro, os da Assíria, os de Moabe, etc.

    Todos esses povos tiveram alguma relação negativa com o povo de Israel e, através de profecias, receberam duras penas de Deus. No livro intitulado Ezequiel encontra-se várias profecias contra alguns desses povos. Por exemplo, em Ez 25 há profecias contra os povos de 
    Amom, Moabe, Edom e Filístia. Em várias outras partes da bíblia, principalmente em Isaias, Jeremias, Ezequiel e Daniel, podem ser encontradas diversas dessas profecias.

    Porém, em relação a alguns povos Deus, por intermédio dos profetas, além de anunciar profecias de destruição, anunciou, também, lamentações. Os únicos povos que Deus lamentou destruir foram: 
    Israel, Egito, Tiro e Babilônia.


    Qual seria o motivo que levou Deus a lamentar a destruição desses povos? Ora, por uma razão comum: Os reis, ou príncipes, desses povos eram abençoados e amados por Deus. Ora, como pôde Deus amar e abençoar povos como, por exemplo, os egípcios que tanto mal lhe fez, se é que fizeram algum bem?!

    Esta indagação só pode ser respondida, com clareza, após uma profunda análise dos relatos bíblicos sobre esses povos e, logo após, vamos associar as conclusões com a equivocada estória sobre a origem de Satanás, que é o objetivo de nossa discussão.


    As lamentações a esses povos podem ser encontradas em:

    1 ? Lamentações (Livro todo dedicado ao sofrimento do povo de Israel); 
    2 ? Ez 27:1-4 (Lamentações à Tiro e seu rei):
    "Veio Amim a palavra do SENHOR, dizendo: Tu, pois, ó filho do homem, levanta uma lamentação sobre Tiro; dize a Tiro (...): Assim diz o SENHOR: Ó Tiro, tu dizes: Eu sou perfeita em formosura. No coração dos mares, estão os teus limites; os que te edificaram aperfeiçoaram a tua formosura."

    3 ? Jr 51:7-9 (Lamentação à Babilônia e seu rei):

    "A Babilônia era um copo de ouro

     na mão do SENHOR (...). Repentinamente, caiu Babilônia ela, porém, não sarou (...) lamentai por ela, tomai bálsamo para a sua ferida."

    4 ? Ez 32:1-2 (Lamentação ao Egito):

    "(...) Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, levanta uma lamentação contra faraó, rei do Egito, e dize-lhe: Foste comparado a um filho de leão entre as nações (...)"
    Sabe-se, agora, após ler esses trechos, que Deus realmente lamentou destruir esses povos mas, exatamente, o que significa "lamentar"?

    Se analisarmos em um dicionário, lamentar é o mesmo que: 1 ? Chorar, gemendo ou gritando; 2 ? Lastimar, deplorar; 3 ? Proferir palavras de tristeza, aflição. 
    Logo, Deus estava muito triste ao anunciar os castigos a esses povos, aos quais os amava bastante.

    3.1  O POVO DE ISRAEL
    Não há dúvidas sobre o grande amor de Deus em relação ao povo de Israel, o "Povo de Deus" (Ex 3:10), principalmente à cidade de Jerusalém, sendo esta, simbolicamente, considerada a "Noiva de Deus" (Is 62:3-5).
    Porém a recíproca desse amor não era verdadeira, uma vez que este povo despontava tanto a Deus que Ele, por diversas vezes, o castigou e, arrependendo-se, por conta de Seu grande amor, o perdoou:
    "Então, enviou o SENHOR a peste a Israel, desde a manhã até o tempo que determinou; e, de Dã até Berseba, morreram setenta mil homens do povo. Estendendo, pois, o Anjo do SENHOR a mão sobre Jerusalém, para a destruir, arrependeu-se o SENHOR do mal e disse ao Anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta, retira a mão..." (2 Sm 24:15-16)

    "
    ...Assim diz o SENHOR, Deus de Israel...: Se permaneceres nesta terra, então, vos edificarei e não vos derribarei; porque estou arrependido do mal que vos tenho feito." (Jr 42:9-11).

    Talvez o período de domínio da Babilônia sobre Israel tenha sido o maior castigo de Deus para com o seu povo:

    "...Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Visto que não escutastes as minhas palavras, eis que mandarei buscar todas as tribos do Norte, diz o SENHOR, como também a Nabucodonossor, rei da Babilônia, meu servo, e os trarei contra esta terra, contra os seus moradores e contra todas as nações em redor, e os destruirei totalmente... toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto; todas estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos" (Jr 25:8,9,11).

    Era com grande tristeza que Ele o castigava:
    "Acaso, tenho eu prazer na morte do perverso? ? Diz o SENHOR; não desejo eu, antes, que ele se converta e viva?... Não tenho prazer na morte de ninguém, diz o SENHOR Deus. Portanto, convertei-vos e vivei." (Ez 18:23,32). 

    Tamanha era essa tristeza que há um livro todo focado em prantear o castigo sofrido pelo povo de Israel durante o domínio babilônico. Este livro é intitulado Lamentações.

    Logo, não há dúvidas do motivo de Deus lamentar o castigo dado a Israel era porque o amava muito, tanto que o escolheu como Seu povo.

    3.2  O POVO DO EGITO 
    Antes de iniciarmos uma análise sobre a relação que Deus tinha com o Egito, é preciso que se reflita sobre a seguinte indagação: "Se Deus, em Suas próprias palavras, ao descrever o Brasil, simbolicamente, o comparasse a maior, mais bela e formosa árvore do éden e que nenhuma outra árvore a ela se assemelhava. Que conclusões poderíamos tirar disso? Ora, que o Brasil seria um lugar abençoado por Deus e Ele muito o quer bem. Correto?

    Pois você sabia, leitor, que foi exatamente essa comparação que Deus fez, por intermédio do profeta Ezequiel, ao descrever o Egito? 

    "(...) Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, dize a faraó, rei do Egito, e a multidão do seu povo: A quem és semelhante na tua grandeza?
    (...) Se elevou a sua estatura sobre todas as árvores do campo, e se multiplicaram os seus ramos (...) por causa das muitas águas durante o seu crescimento.
    Os cedros no jardim de Deus não lhe eram rivais (...), nenhuma árvore do jardim de Deus se assemelhava a ele na sua formosura. (...) Todas as árvores do éden, que estavam no jardim de Deus, tiveram inveja dele." ( Ez 31:1-2;5;8-9 )

    Quem proporcionou ao Egito ser merecedor de tais adjetivos? Ora, o próprio Deus assim o fez:

    "Formoso o fiz na multidão de seus ramos; todas as árvores do Éden, que estavam no Jardim de Deus, tiveram inveja dele..." (Ez 31:9). 
    Mas, apesar de todas as bênçãos recebidas, os egípcios não as reconheceram como sendo oriundas de Deus. Antes acreditavam ser Faraó um deus:
    "A terra do Egito se tornará em desolação e deserto; e saberão que eu sou o SENHOR. Visto que disseste: o rio é meu, e eu o fiz, eis que estou contra ti e contra os teus rios." (Ez 29:9-10). 

    Por esta razão Deus decidiu entregar o Egito nas mãos de Nabucodonossor, rei da Babilônia, assim como fez a Israel:

    "(...) Assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu darei a Nabucodonossor, rei da Babilônia, a terra do Egito (...)" (Ez 29:19) 
    "Assim diz o SENHOR Deus: Eu, pois, farei cessar a pompa do Egito, por intermédio de Naucodonossor, rei da Babilônia." (Ez 30:10)
    É, portanto, por Deus ter abençoado a Faraó e este não ter reconhecido que seu poder vinha de Deus, ao contrário, ele achava que era um deus, que Ele lamentou profundamente ter que destruí-lo:
    "Filho do homem, levanta uma lamentação contra Faraó, rei do Egito, e dize-lhe: ...Quando eu te extinguir, cobrirei os céus e farei enegrecer as suas estrelas; encobrirei o sol com uma nuvem, e a lua não resplandecerá a sua luz. Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o SENHOR Deus." (Ez 32: 2,7-8).


    3.3  O POVO DE TIRO
    Tiro era uma cidade muito próspera no comércio

     marítimo e, por causa disso, exercia grande influência sobre diversos povos, sendo considerada a "Feira das Nações" (Is 23:3), ou seja, a fonte de abastecimento dos povos. Tiro era também chamada de "a Grande Distribuidora de Coroas" (Is 23:8), caracterizando a grande riqueza que possuía.

    Em Ez 27 acha-se uma lista dos povos aos quais Tiro exercia grande influência comercial. Povos como: Basã, Egito, Sidom, Persas, Társis, Síria, Judá, Israel, Arábia, Sabã, entre outros. Em troca das mercadorias oriundas da cidade Tiro os povos davam: Prata, bronze, escravos, madeira de Ébano, esmeraldas, linho puro, trigo, azeite, cordeiros, bodes, carneiros, ouro

    , aromas finos, navios e, inclusive, povos como os Persas ofereciam seus soldados para lutarem em nome de Tiro:

    "
    Os Persas (...) se acharam em teu exército e eram teus homens de guerra; escudos e capacetes penduraram em ti; manifestaram a tua glória." (Ez 27:10)

    Como pudemos observar, a cidade de Tiro era muito rica, próspera e, sobretudo, poderosa. Todo esse poder foi conseguido graças ao seu rei, que vamos conhecer a seguir.


    3.3.1  O REI DE TIRO
    Era um dos homens mais sábios da época, segundo as próprias palavras de Deus:
    "Sim, és mais sábio que Daniel, não há segredo algum que possa esconder de ti; pela tua sabedoria e pelo teu entendimento, alcançaste o teu poder e adquiriste ouro e prata
     nos teus tesouros..." (Ez 28:3-4). 

    Sendo, como pudemos verificar, mais sábio que Daniel, um dos grandes profetas de Deus. Logo, pode-se dizer que o rei de Tiro era uma pessoa abençoada por Deus, uma vez que só Deus dá a sabedoria e o poder:


    "
    Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; é ele quem muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes." (Dn 2:20-21). 

    A todos aqueles que Deus dá a sabedoria, esta lhe proporciona sorte de bens e tesouros, como aconteceu com o rei de Tiro:

    "Eu, a sabedoria, (...) ando pelo caminho da justiça, no meio das veredas do juízo, para dotar de bens os que me amam e lhes encher os tesouros." (Pv 8:12;20-21)

    Porém os estrondosos aumentos de riquezas
     e de poder fizeram com que o rei de Tiro ganhasse tanta estima, de diversos povos, que ele começou a achar que era o próprio Deus:
    "...Dize ao príncipe de Tiro: Assim o diz o SENHOR Deus: Visto que se eleva o teu coração,e dizes: Eu sou Deus, sobre a cadeira de Deus me assento no coração dos mares, e não passas de homem e não és Deus, ainda que estimas o teu coração como se fora o coração de Deus..." (Ez 28:2). 

    Por causa disso, Deus decidiu entregar a cidade de Tiro nas mãos da Babilônia:

    "...Assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu trarei contra Tiro a Nabucodonossor, rei da Babilônia..." (Is 23:13,15).

    3.4  O POVO DA BABILÔNIA
    A Babilônia, no reinado de Nabucodonossor, era o povo mais forte, rico
     e poderoso da época. Se você, leitor, percebeu, todos os outros três povos, analisados por nós, foram submetidos ao poder da Babilônia.
    Para se entender melhor o motivo de Deus ter dado tanto poder à Babilônia é necessário que se estude, e entenda, a relação entre Nabucodonossor e Deus. 


    3.4.1  O REI DA BABILÔNIA
    Não existiu um rei, não-judeu, tão abençoado por Deus quanto o rei Nabucodonossor, e isso pode ser claramente observado na forma como o próprio Deus se referia a ele: -->

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    Não posso dizer que concordo exatamente com tudo o que o autor afirmou, mas coloco o texto aqui, para que gere reflexão. Segundo o autor, o ideal de Deus para o ser humano é o que foi encarnado em

    Uma teologia da evolução, e para a evolução

    Afirmo que, longe de a epopeia da evolução ser uma ameaça para a teologia cristã, é sim um estímulo para a teologia e também a base para uma compreensão mais abrangente e enriquecedora das inter-relações entre Deus, a humanidade e a natureza. Um argumento para a existência de Deus na “teologia-física” Anglo-Saxã (uma forma de teologia natural dos séculos XVIII e XIX), baseava-se em atribuir à uma ação direta de Deus o Designer, a existência dos intricados mecanismos biológicos.  Este argumento desabou, quando Darwin e seus sucessores, mostraram que esse design aparente pode evoluir por processos puramente naturais, baseados em processos cientificamente inteligíveis. O impacto inicial das ideias de Darwin na teologia é usualmente situado na lenda do debate entre o então bispo de Oxford com T. H. Huxley, no encontro da British Association for the Advancement of Science, num sábado, 30 de junho de 1860. Chamo de “lenda”, porque estudos históricos indicam que a história é uma construção posterior de Huxley e seus biógrafos, porque o impacto desse evento, atualmente muito citado, não foi tão grande na época. Não se encontra menção a ele em qualquer publicação entre 1860 e 1880. Depois disso, afirmações triunfalistas, a favor de Huxley e pela independência da profissão dos cientistas, começaram a aparecer em vários “Diários” e “Cartas”. Então, isso é realmente uma lenda, e hoje também um ícone do assim chamado conflito entre a religião e a ciência, biologia em particular, que todos nós herdamos. Mesmo no século XIX, muitos teólogos anglicanos, evangélicos e católicos, receberam positivamente a proposta da evolução. Entre os primeiros, podemos mencionar Charles Kingsley, o qual em seu “Water Babies”, afirmou que Deus faz “as coisas fazerem a si mesmas”; dos últimos, podemos citar Aubrey Moore, que em “Lux Mundi” (uma publicação de um grupo de anglicanos de Oxford), em 1889, escreveu: “O Darwinismo apareceu, e, sob o disfarce de um adversário, fez o trabalho de um amigo. Conferiu à filosofia e à religião, um benefício inestimável, por mostrar-nos que podemos escolher entre duas alternativas. Ou Deus é onipresente na natureza, ou está ausente dela”.    (23)

    Deus e o Mundo

    Imanência. Essa ênfase na imanência de Deus como criador, nos, com e dentro dos processos naturais do mundo desvendado pela ciência está certamente de acordo com tudo que as ciências têm revelado desde aqueles debates do século XIX. Um aspecto notável da explicação científica do mundo natura em geral, é o caráter contínuo da rede que foi construída ao longo do tempo: os processos aparecem em continuidade desde o início cósmico, no Big Bang, até o momento presente, e em nenhum ponto os cientistas modernos precisam invocar qualquer tipo de causa não natural para explicar suas observações e inferências sobre o passado. Os processos que ocorreram pode, como vimos, ser caracterizados como um surgimento, de novas formas de matéria, e uma organização hierárquica dessas formas por si mesmas, aparece no decorrer do tempo. Novos tipos de realidade que pode-se dizer terem emergido com o tempo.

    A perspectiva científica do mundo, especialmente do mundo vivo, inexoravelmente nos imprime uma imagem dinâmica do mundo de entidades e estruturas envolvidas em mudanças contínuas e incessantes, e em processos que não cessam. Isso nos impele a re-introduzir em nosso entendimento da relação criativa de Deus com o mundo, um elemento dinâmico que está sempre implícita na concepção hebraica de um Deus vivo, dinâmico e em ação – mesmo que obscurecido pela tendência de pensar na criação como um evento passado.  Deus voltou a ser concebido como criando continuamente, dando existência continuamente ao que é novo; esse Deus é sempre o Criador; porque o mundo é uma creatio continua. A noção tradicional de Deus sustentando o mundo em sua ordem geral e sua estrutura, agora foi enriquecida por uma dimensão criativa e dinâmica – o modelo de Deus sustentando o mundo e dando existência contínua aos processos que possuem criatividade inata, atribuída por Deus. Deus está criando em todos os momentos da existência do mundo,  dentro e por meio da criatividade com a qual estão dotadas todas as coisas no mundo.

    Tudo isso reforça a necessidade de re-afirmar com mais força do que em qualquer outra época nas tradições cristãs (e judaicas e islâmicas), que num sentido muito forte Deus é o criador imanente, criando dentro e por meio dos processos da ordem natural. Os processos por si mesmos, como descritos pelas ciências biológicas, são Deus atuando como criador, Deus qua Creator. Os processos não são o próprio Deus, mas a ação de um Deus no papel de criador. Deus dá existência no tempo divinamente criado, aos processos que por si mesmos se movem para o novo: assim Deus está criando. Isso significa que não temos que olhar para qualquer suposta lacuna nos processos, ou nos mecanismos, sobre os quais supostamente Deus estaria atuando como criador no mundo vivo .

    Panenteísmo. (24) O teísmo filosófico clássico manteve a distinção ontológica entre Deus e o mundo criativo, que é necessário para qualquer teísmo genuíno, por conceber os mesmos como sendo de substâncias diferentes, cada um com atributos particulares. Havia um espaço fora de Deus, no qual as substâncias criadas vieram a existir. Esta forma de falar se torna inadequada por tornar extremamente difícil explicar a forma pela qual Deus está presente no mundo em termos de substâncias, as quais por definição, não podem estar internamente presentes umas nas outras. Deus só pode intervir no mundo num modelo desse tipo. Esta inadequação do teísmo clássico é agravada pela perspectiva evolucionária, a qual, como temos visto, requer que os processos naturais no mundo precisem ser considerados como ação criativa de Deus.  Em outras palavras, o mundo está para Deus, assim como nossos corpos são para nós como agentes pessoais, com a ressalva de que a ontologia final de Deus como criador é distinta daquela do mundo (panenteísmo, e não panteísmo).  Além disso, esse modelo pessoal de subjetividade encarnada (com essa ressalva essencial), representa melhor do que estamos impelidos a pensar, a ação constante de Deus no mundo, como vindo do interior, tanto em suas regularidades naturais quanto em quaisquer padrões especiais ou eventos. Estes três fatores – a forte ênfase na imanência de Deus no mundo, a preocupação de que Deus seja no mínimo, pessoal (como na tradição bíblica),e a necessidade de evitar o uso da substância nesse contexto – levam a uma relação panenteísta entre Deus e o mundo.  Panenteísmo, é, de acordo com isso, “A crença de que o ser de Deus inclui e penetra o universo inteiro, então cada parte do universo existe nEle, mas (ao contrário do panteísmo), o ser de Deus é mais do que o universo, e não é limitado pelo universo”. (25)

    Esse conceito tem fortes fundações filosóficas e é bíblico, como foi cuidadosamente argumentado por P. Clayton (26) – lembrando a  estada de Paulo em Atenas, quando ele disse, a respeito de Deus, que “nEle nós vivemos, nos movemos e somos.” (27)  Isso de fato está profundamente enraizado na tradição cristã oriental.

    A Sabedoria (Sophia) e a Palavra (Logos) de Deus. Estudiosos bíblicos têm, em décadas recentes, têm  enfatizado a significância dos temas centrais da assim chamada literatura de Sabedoria (Jó, Provérbios, Eclesiastes, Eclesiástico, e Sabedoria). Nesse conjunto de escrituras, a figura feminina da Sabedoria (Sophia), de acordo com J. G. Dunn, é uma forma conveniente de falar sobre Deus agindo na criação, revelação, e salvação; a Sabedoria nada mais é do que a personificação da atividade de Deus. (28) Essa Sabedoria dota alguns seres humanos com uma sabedoria pessoal que é enraizada em suas experiências concretas e em suas observações sistemáticas e ordinárias do mundo natural – o que podemos chamar de ciência.  Mas não está confinada a isso, e representa a destilação das maiores experiências humanas, éticas e sociais, e também as experiências cosmológicas, já que o conhecimento sobre os céus também figurou entre os conhecimentos dos sábios. A ordem natural é avaliada como um presente e fonte de maravilhamento, algo a ser celebrado. Todos os tipos de sabedoria, gravadas como um padrão no mundo natural e na mente dos sábios, são apenas uma imagem pálida da sabedoria divina – esta atividade distinta de Deus em relação ao mundo.

    No Novo Testamento, Jesus veio a ser considerado como “aquele que encarnou o poder criativo de Deus e a sua sabedoria salvadora (particularmente em sua morte e ressurreição), que podemos identificar como ‘o poder de Deus e a Sabedoria de Deus.’ [1 Cor. 1:24].”(29)

    Esta sabedoria é um atributo de Deus, personificada como feminina, e tem um significado especial para teólogos feministas (30), um dos quais argumentou, com base numa ampla seleção de fontes bíblicas, que o feminino em Deus se refere a todas as pessoas do Deus cristão triuno.  Então, a Sabedoria (Sophia), se torna a “face feminina de Deus, expressa em todas as pessoas da Trindade. “(31) No contexto presente, é pertinente que esse conceito importante de Sabedoria (Sophia), une intimamente a ação divina de criação, a experiência humana e os processos do mundo natural. Por conseguinte, constitui um recurso bíblico para imaginar o panenteísmo que temos defendido.

    Assim também é com o conceito diretamente relacionado de Palavra (Logos) de Deus, o qual é definido como (32) existindo eternamente como um modo do ser de Deus, como ativo na criação, e como expressão própria do ser de Deus, e impresso nas costuras e tramas da ordem criada. Isso parece ser uma fusão do amplo conceito hebraico de “Palavra de Deus”, como a vontade de Deus na atividade criativa, em conjunto com o Logos divino do pensamento estóico.  Este último é o princípio da racionalidade manifesto tanto no cosmos como na razão humana (chamada de logos pelos estóicos). De novo, temos uma noção panenteísta que une, intimamente, três faces de uma atividade integrada e encadeada: o divino, o humano e o (não humano) natural. É, desnecessário dizer, significativo que para os cristãos, este logos “se fez carne” (33), na pessoa de Jesus Cristo.

    Um universo sacramental. A epopeia da evolução, como tenho me referido a ela, relata em sua extensão e na sua continuidade, como, ao longo das eras, as potencialidades mentais e espirituais da matéria têm se atualizado, sobretudo no desenvolvimento do complexo “cérebro humano num corpo humano”. O campo flutuante quântico original, ou a sopa de quarks, ou seja o que for, produziu em doze ou mais bilhões de anos, um Mozart, um Shakespeare, um Buda, um Jesus de Nazaré – e você e eu!

    Cada avanço nas ciências biológicas, cognitivas e psicológicas, mostra os seres humanos como unidades psicossomáticas – pessoas. A matéria manifestou qualidades pessoais, numa combinação única de capacidades físicas, mentais e espirituais. (Uso “espiritual” como indicando relativos a Deus de uma forma pessoal). Para o panenteísta, que vê Deus trabalhando dentro, com e por meio dos processos naturais, este único resultado dos processos evolucionários, corrobora o fato de que Deus usa cada processo como instrumento de Seus desígnios, e como um símbolo da natureza divina, que é um meio de chegar aos Seus desígnios.[...]

    [...]A Humanidade e Jesus Cristo numa Perspectiva Evolucionária

    Vimos que a humanidade é incompleta, inacabada, está  muito abaixo dos valores elevados da verdade, beleza e bondade que Deus, sua fonte final, teria que fazê-la atingir, para levá-la a uma relação harmoniosa com Ele. Ainda não estamos adaptados totalmente ao “ambiente” final e eterno de Deus.

    Não foi muito tempo depois de Darwin ter publicado A origem das espécies, que alguns teólogos começaram a discernir o significado da afirmação cristã central e distintiva da Encarnação de Deus na pessoa de Jesus Cristo, como especialmente congruente com uma perspectiva evolucionária. Assim, mais uma vez em Lux Mundi, em 1891, encontramos J. R. Illingworth claramente afirmando: “… em linguagem científica, a Encarnação pode-se dizer ter introduzido uma nova espécie no mundo – o homem divino, transcendendo a humanidade passada, a humanidade transcendendo o resto da criação animal, e comunicando sua energia vital por processos espirituais, para as gerações seguintes…”(36).  A ressurreição de Jesus convenceu os discípulos, inclusive Paulo, que essa união com Deus é o tipo de vida que não pode ser quebrada pela morte, e é capaz de estar em Deus. Jesus manifestou o tipo de vida humana a qual, como se acredita, pode se tornar vida abundante com Deus, não só aqui e agora, mas eternamente, além da barreira da morte. Por isso o seu imperativo “Sigam-me” constitui um chamado para a transformação da humanidade num novo tipo de ser humano transformado.  O que aconteceu com Jesus, pode acontecer com todos.

    Nessa perspectiva, Jesus Cristo, tem nos mostrado o que seria possível para a humanidade. A atualização dessa potencialidade pode ser considerada como a consumação dos desígnios de Deus, já manifesta de forma incompleta na humanidade em evolução.[...] Jesus Cristo é portanto considerado, dentro do contexto desse complexo de eventos do qual participou, como o paradigma revelado do que Deus planejou para a humanidade. Nessa perspectiva, ele representa a consumação desse processo evolutivo e criativo que Deus tem impulsionado dentro e por meio do mundo.[...]

    [...]Na Terra, a epopeia da evolução é consumada pela Encarnação, numa pessoa humana, da auto-expressão cósmica de Deus, da Palavra de Deus – e na esperança que isso dá a todas as pessoas, de se unirem com a Fonte de todo Ser e Vir a ser, que é “o Amor que move os céus e as estrelas.”  Gostaria de lembrar que, no segundo século, Irineu disse, nos convidando a contemplar: “A Palavra de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, que, com seu imenso amor, quer fazer de nós aquilo que Ele mesmo é.” (Adv. Haer., V praef.)

    A Theology of and for evolution – Arthur Peacocke

    Não posso dizer que concordo exatamente com tudo o que o autor afirmou, mas coloco o texto aqui, para que gere reflexão. Segundo o autor, o ideal de Deus para o ser humano é o que foi encarnado em Jesus. Porém, cada ser humano, mesmo tendo potencial de transcender a si próprio, e se tornar mais parecido com Jesus, tem a liberdade de decidir se deseja participar desse caminho evolutivo ou não. Envolve coisas como negar a si mesmo, carregar a cruz, amar os inimigos, dar a outra face e etc, coisas que exigem que a pessoa esteja, todo o tempo, tomando decisões conscientes, no sentido de agir conforme esse modelo, e sujeito a falhar nesse processo, muitas vezes. O ser humano por si mesmo, não tende a seguir esse modelo naturalmente. E Deus não coage ninguém. Deus não impõe sua presença nos mecanismos do universo e da vida, não deixa claras as formas pelas quais atua no universo, para que cada ser humano possa escolher se deseja ver o mundo de uma perspectiva que inclui Deus, ou não, e viver de acordo com a perspectiva escolhida.

    E os discípulos de Jesus, aqueles que, conscientemente, escolhem tentar viver esse modelo “alternativo” de ser humano proposto por Deus, são facilmente reconhecíveis. Se Deus não deixa óbvia a sua presença nos mecanismos que regem o universo e a vida no nosso planeta, na vida dos discípulos, a presença dEle se torna inegável. Os discípulos são Suas cartas vivas.

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    Luz do Mundo? Como? Eles não reconheciam nenhum outro mundo que não fosse o deles

    Teologia Moral de Causa e Efeito

     

    O Gênesis do ministério de Jesus é tomar as “talhas que os judeus usavam para as purificações” e enchê-las de vinho!

    E mais: é inegável que Jesus estivesse também dizendo que Nele, Deus estava casando agora apenas com quem queria talhas religiosas com vinho novo, na pior das hipóteses; e, na melhor delas, o que se deveria fazer, era deixar de lado o vinho velho e seu odre roto e pingantemente misturado ao próprio vinho, pois, nesse estágio, já não se sabe mais o que é odre e nem tampouco o que é vinho! O que se deve fazer é começar outra vez a partir de contêineres que se deixem curtir no vinho novo, que de acordo com o apóstolo João, não é novo, mas aquele que desde o princípio tivemos!

    Sim, para Ele, aquele odre-vinho-vinho-odre—o da religião das talhas de pedra usadas para as purificações—era já um vinagre, que servia apenas para ser bebido por aqueles que de tão acostumados que estão aos gostos ruins, já não sabem a diferença entre o gosto-gostoso e o gosto-viciado. É para o de-Lei-te de seus viciados consumidores que o vinho-odre-odre-vinho serve ainda como diversão, sendo que o juízo ao próximo é o espetáculo!

    Os discípulos de Jesus, todavia, não devem perder tempo com essas questões, e, por isto, precisam partir resolutamente para buscar odres mais adequados à sempre auto-renovação desse Vinho Novo. Afinal, ninguém que tenha se viciado no vinagre dirá que o vinho novo é excelente.

    Ora, a Teologia Moral de Causa e Efeito é a fábrica de Odres com Grife e também a marmoraria onde são esculpidas as talhas de pedra usadas para as purificações!

    O problema é que em Jesus não dá para se fazer mais nenhum tipo de aproveitamento dessa Indústria Religiosa e de suas Grifes e Selos Autorizadas. E a razão é simples: ela está para o Evangelho de Jesus assim como um perverso e desumano traficante de cocaína e heroína está para o bom samaritano—digo: mal comparando, e, apenas, no plano das relatividades humanas, pois, espiritualmente, o meu exemplo é muito menos grave que o contraste espiritual que tento expressar![...]

    [...]Para Jesus os heróis da Graça eram os anti-heróis da religiosidade que o circundava e dos valores por ela ensinados.
    Para a Teologia Moral de Causa e Efeito, TMCE— como daqui para frente chamaremos esse derivado natural da Teologia da Terra, filha religiosa do Sacrifício Competitivo de Caim —, o humilde de espírito era o lixo da espiritualidade; os que choravam eram vistos como culpados-infelizes; os mansos eram percebidos como desinteressados pelo zelo que disputava o espaço no chão da Terra; os que têm fome e sede de justiça eram interpretados como seres equivocados em suas ignorâncias radicais, pois, a única justiça que os mestres da TMCE conheciam era aquela que eles mesmos decidiam.

    Já os misericordiosos eram os que tinham algo a esconder, daí se protegerem sendo bons com o próximo; os limpos de coração eram eles mesmos— os membros daquela confraria de amigos de Jó, é claro! afinal, não enxergavam seus próprios corações, pois só viam para fora de si mesmos, e, também, não esqueçamos: lavavam as mãos antes de comer!
    Os pacificadores eram, em geral, considerados amigos de hereges; os perseguidos por causa da justiça, eram comum-mente aqueles acerca de quem eles patrocinavam o cartaz Wanted Dead or Alive! De preferência, bem dead !

    E os injuriados e perseguidos figuravam, sobretudo, como foi no caso dos profetas, em sua lista de Most Wanted ! Esses, afinal, os Profetas, eram sempre a sua pior desGraça, eram os mais terríveis subversivos!

    O seu “sal” não era para a Terra, era apenas uma produção egoísta e independente fadada a se petrificar em seus sa-Lei-ros inúteis. Afinal, não se viam no papel de dar gosto à vida, mas, ao contrário, o de roubar-lhe todo o sabor!

    Luz do Mundo? Como? Eles não reconheciam nenhum outro mundo que não fosse o deles![...]

    [...]“Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a lei e os profetas”.  O “resumo” que Jesus faz de todo o seu ensino é horroroso para o coração honesto. Primeiro, porque ninguém, de fato, indo dos abismos da alma à prática cotidiana, consegue encarnar o tempo todo essa verdade.[...]

    [...]Somente “os amigos de Jó” podem ler o Evangelho de Jesus e continuar pensando como os fariseus. A Ética do Amor—que é a única ética do Evangelho— nega todos os pressupostos da Teologia Moral de Causa e Efeito.

    A Graça inverte os pólos da Ética, que, em Cristo, se vincula não à Moral, mas à obediência amorosa a Deus; e se expressa como resposta da consciência do amor à inconsciência do próximo, mesmo que seja o inimigo![...]

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